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127 FACADAS: Buenacho da comunidade faz ATO que comove o coração do pago por Eduarda

No Parque dos Patinhos, alegretenses se reuniram pra erguer a voz mais forte que trotar de cavalo em pedreira por justiça pela prenda de 26 anos, brutalmente assassinada pelo companheiro foragido





127 chamas que não se apagam

Mas bah, tchê! O Parque dos Patinhos virou cenário de uma comoção mais forte que enchente de verão nesta semana. Um punhado de gente de fibra, com o coração mais apertado que bombacha nova, se reuniu num gesto que fez até o minuano parar de soprar: 127 velas tremeluzentes e 127 espadas de São Jorge, cada uma representando uma das facadas que tiraram a vida da jovem Eduarda Carvalho dos Santos, de 26 anos, no dia 31 de julho. A gurizada organizou tudo de forma independente, transformando a dor em grito de alerta, como quem levanta a mão no meio do campo pra avisar que tem perigo à frente.

A dor de quem gerou uma prenda

Com os olhos mais marejados que banhado depois da chuva, Rosa Maria, mãe da Eduarda, desabafou seu penar. ‘Jamais imaginei que ele pudesse fazer algo tão cruel com a minha filha. Ela nunca me falou sobre agressões. Quero justiça’, disse a prenda mais velha, lembrando que viu a filha pela última vez faz um mês, lá nas bandas de Rosário do Sul, quando estava acompanhada de Lucas, 28 anos, o companheiro suspeito que segue mais sumido que água em tempo de seca. Já o pai, Eduardo, firme como um guasca de lei, mas com a alma em pedaços, agradeceu o apoio da indiada e deixou um recado mais direto que estrada reta: ‘Qualquer sinal de violência precisa ser denunciado. Não podemos deixar que outra família sinta essa dor.’

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O grito que ecoa pelos campos

O povão não veio sozinho nessa lida. Entre os presentes, estavam o vereador João Monteiro e o vice-prefeito Luciano Belmonte, além de outros viventes da política que preferiram ficar quietos como tatu no inverno, dizendo que aquele momento era ‘um ato de todos, por todas as mulheres vítimas de violência’. No finalzinho, quando o sol já se bandeiava pro outro lado, a voz da comunidade ecoou mais forte que berro de touro brabo: ‘Não à violência! Justiça por Eduarda!’. Os números falam mais que compadre em dia de churrasco: segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada seis horas, uma prenda vira anjo no céu por causa de feminicídio. Como disse uma das organizadoras: ‘Cada vela acesa aqui não é apenas por Eduarda, mas por todas as mulheres que se foram e por aquelas que ainda podem ser salvas’.

A querência alegretense mostrou que tem mais garra que potro selvagem quando o assunto é defender suas prendas. Essa mobilização foi um brado mais claro que água de vertente: aqui nesse rincão, mulher se respeita e se protege. É como diz o velho ditado campeiro – quem faz o mal, colhe tempestade. Enquanto o tal Lucas segue mais escondido que dinheiro de avarento, a comunidade segue firme, de prontidão pra denunciar qualquer sinal de violência, seja pelo 180, pelo 190 da Brigadinha, ou direto na Delegacia da Mulher.

Compartilha esse causo com aquele vivente que acha que ‘em briga de marido e mulher não se mete a colher’! Cada compartilhamento pode salvar uma prenda de virar estatística!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/ato-no-parque-dos-patinhos-pede-justica-e-lembra-morte-brutal-de-eduarda/


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