O entrevero judicial que abalou a querência
Buenas, vivente! O Grupo Ritt, empresa que cresceu mais ligeiro que milho em terra úmida nestas bandas de Alegrete, teve seus bens bloqueados pela justiça numa decisão que caiu no dia 4 de agosto, mais pesada que chuva de granizo em telhado de zinco. A medida veio após uma Ação Civil Pública, mas segundo a própria construtora, o bloqueio tem apenas caráter preventivo e provisório – não sendo sentença final nem prova de irregularidade alguma, só um jeito da justiça garantir que as obrigações futuras sejam cumpridas, se precisar.
A peleia nos tribunais e o recurso no laço
Mas o Grupo Ritt não baixou a cabeça como gado em tempo de seca! Já preparou o recurso contra a decisão que extinguiu o processo de Recuperação Judicial, mais ligeiro que cusco atrás de carneada. A empresa, firme como palanque em banhado, acredita que a Recuperação Judicial é o melhor caminho para continuar suas atividades sem deixar clientes e parceiros na mão. O mais curioso desse entrevero todo, tchê, é que a decisão do bloqueio aconteceu um dia antes da empresa apresentar seu recurso no processo de Recuperação – tudo dentro do prazo legal, que nem gaudério que não perde a hora do churrasco.
De bombachas arregaçadas para limpar o nome
Com a organização de quem prepara um fandango de primeira, a Ritt já está montando sua defesa. Recebeu toda a papelada, inclusive sobre as denúncias feitas contra a construtora, e está preparando suas armas jurídicas para mostrar que suas atividades são mais legítimas que chimarrão em roda de prosa. A empresa garante estar mais confiante que peão em rodeio de casa que vai mostrar toda a verdade no decorrer do processo. Na nota divulgada, a Ritt relembra seu compromisso histórico com a legalidade, a ética e a transparência – valores mais firmes que esteio de galpão antigo – e promete seguir trabalhando de forma responsável, colaborando com as autoridades, sempre primando pela verdade que marcou sua história em nosso pago.
Por enquanto, viventes, o caso segue mais enredado que trama de espinilho, mas o Grupo Ritt garante que vai manter suas portas abertas, cumprindo seus compromissos com a comunidade alegretense. O bloqueio dos bens é apenas uma medida cautelar, daquelas que a justiça usa para garantir que, se precisar no futuro, tenha como cobrar. Para quem acompanha o desenrolar desse causo, resta aguardar os próximos capítulos dessa história que mexe com a economia da nossa querência.
Compartilha esse causo com aquele compadre que entende de leis mais que juiz de comarca! O povo de Alegrete precisa estar por dentro desse entrevero judicial que mexe com uma das maiores empresas da região!









