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JUSTIÇA GAÚCHA DEU VEREDITO: Homem pega 25 anos de cana pela morte da guria e BALEAMENTO de mais dois em Alegrete

No coração da querência alegretense, o martelo da justiça bateu firme como estaca em chão duro, encerrando um caso que abalou nossa comunidade há mais de cinco anos





O Dia em que o Tribunal Virou Rodeio de Tensão

Buenas, vivente! O Salão do Júri de Alegrete ficou mais cheio que bolicho em dia de pagamento na última quinta-feira (28), quando o juiz Rafael Echevarria Borba presidiu um julgamento mais esperado que chuva em janeiro. Nesse entrevero judicial, o Conselho de Sentença botou um ponto final numa história que começou lá em 2018, quando os tiros cantaram na General Neto, bem no coração da nossa cidade. O réu, que andava mais solto que cusco em dia de feira, agora vai passar um bom tempo na prisão, enquanto o outro acusado saiu limpo como bombacha nova em dia de domingo.

Entrevero no Centro que Levou Guria Jovem

O causo que deixou nossa querência de luto aconteceu no dia 7 de outubro de 2018, mais precisamente na rua General Neto, onde a gurizada costuma circular nos fins de semana. Segundo contam os autos, mais detalhados que renda de prenda, os acusados apareceram de supetão e começaram a atirar contra um grupo onde estaria um desafeto deles – uma rixa mais antiga que receita de amargo da vó. Na confusão que se armou, mais violenta que touro em porteira fechada, quem acabou pagando o pato foi a jovem Kerolin Shaiane Messa Antunes, uma guria que mal tinha começado a vida. Além dela, outros dois viventes foram atingidos pelas balas perdidas, um deles acertado no ombro e prontamente socorrido, escapando por um triz, como potro que desvia de precipício.

O Peso da Lei Caiu Como Geada em Maio

Depois de muito proseado, análise de provas e depoimentos mais demorados que assado em fogo baixo, o Conselho de Sentença decidiu que um dos acusados vai amargar exatos 25 anos, dois meses e 12 dias de cadeia, em regime fechado mais apertado que bombacha molhada. Já o segundo réu, que estava na mesma enrascada, foi absolvido por falta de provas – saiu da sala mais aliviado que campeiro após temporal. A sentença caiu como um raio em céu azul para os presentes, mostrando que a justiça pode demorar como tartaruga em subida, mas quando chega, é certeira como laço de campeiro experiente. Como diz o ditado da campanha: ‘Quem planta vento, colhe tempestade’ – e agora esse vivente vai ter muito tempo pra pensar no que fez.

Em Alegrete, esse julgamento encerra parcialmente um capítulo doloroso para familiares de Kerolin e para toda a comunidade. Mais que um simples caso judicial, esse episódio mostra como a violência pode ceifar vidas promissoras e deixar marcas profundas em nosso pago. A condenação não traz a guria de volta, mas traz um pouco de consolo para quem ficou, mostrando que nossa terra, apesar dos pesares, ainda é lugar onde a justiça funciona, mesmo que demore mais que assado em domingo de chuva.

Compartilha esse causo com aquele amigo que não perde um acontecimento da justiça alegretense! A gurizada precisa saber que em nossa querência, mais cedo ou mais tarde, quem deve acaba pagando!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/homem-e-condenado-por-morte-de-adolescente-e-duas-tentativas-de-homicidio-em-alegrete/


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