Uma prenda de bombacha branca e alma campeira
Buenas, vivente! Aqui nas terras de Alegrete, onde o vento minuano sopra histórias de gente que faz diferença, uma prenda de jaleco branco completa 25 anos passando adiante a arte de cuidar dos bichos. ‘Ser médica veterinária é muito mais do que uma profissão, é um chamado do coração’, conta Adriana Stiegguer, mais apaixonada pelos animais que cusco por um pedaço de costela em dia de churrasco. A professora, que trata cada aula como quem prepara um bom mate – com cuidado e carinho – já formou uma tropilha de profissionais que hoje galopam por seus próprios caminhos na medicina veterinária.
Do banhado ao consultório: uma profissão que não para de crescer
Mais numerosos que gado em campo aberto, os veterinários já somam mais de 180 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Medicina Veterinária. É gente que não se aquieta! A categoria cresce mais ligeiro que potrilho novo, acompanhando a importância dos bichos nas famílias, nos campos e até na saúde dos viventes de duas pernas. E nesse cenário, a experiência da nossa prenda Adriana reluz como sol de meio-dia: ‘Cada aula, cada experiência e cada desafio foram oportunidades de aprender e ensinar que o cuidado com a vida exige dedicação, ética e carinho’, ressalta ela, firme como palanque de galpão. A professora faz questão de lembrar que a medicina veterinária vai muito além de cuidar do cusquinho da família. Os ‘doutores de bicho’ são fundamentais para garantir que nosso churrasco seja seguro, que a produção do campo seja farta e que doenças não pulem da bicharada para os cristãos.
Uma missão que se multiplica como gado em campo aberto
No Dia do Médico Veterinário, nossa prenda não quer festa só para ela. ‘Não comemoro apenas a minha história, mas também a de todos aqueles que, com coragem e sensibilidade, dedicam suas vidas a essa causa tão especial’, diz Adriana, num gesto mais generoso que roda de chimarrão em dia frio. Para ela, que já viu muita água correr por baixo da ponte, o melhor prêmio é ver o conhecimento se espalhando como notícia boa em interior: ‘Tenho orgulho de ver em cada aluno a continuidade dessa missão de proteger, curar e amar os animais, que são parte essencial da nossa existência’. Olhando para trás, como quem observa o campo após uma boa lida, a professora resume com a emoção de quem conhece o valor do trabalho bem feito: ‘Ser veterinária e professora é, para mim, um presente da vida’. Palavras que carregam a força de uma vocação mais resistente que guacho criado a campo.
Mas bah, tchê! A história da professora Adriana Stiegguer é daquelas que nos fazem acreditar que certas profissões vão muito além do ganha-pão – são verdadeiras missões de vida. Em nossa Alegrete, terra de gente que sabe valorizar tanto o bicho quanto o humano, profissionais como ela mantêm viva a tradição do cuidado genuíno, da ética do trabalho e do amor pela natureza. Enquanto houver mestres assim formando novos guardiões da saúde animal, nosso pago seguirá sendo um lugar onde humanos e bichos podem viver em harmonia.
Compartilha esse causo com aquele amigo que tem mais amor pelos bichos que tropeiro por seu cavalo! Os veterinários do teu círculo merecem esse reconhecimento!









