Buenas! Os guascas da saúde mental estão prontos para o acolhimento
Mas bah, tchê! No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, os serviços de Saúde Mental da nossa Alegrete estão mais acolhedores que um galpão em dia de inverno rigoroso. Como uma cuia de mate que aquece a alma, os CAPS da cidade estão de porteiras abertas para receber qualquer vivente que esteja enfrentando uma travessia difícil. São três postos de auxílio: o CAPS 1 que acolhe a gurizada (crianças e adolescentes), o CAPS AD para quem lida com os problemas do álcool e das drogas, e o CAPS 2 que atende outras dificuldades da mente. Em cada um desses lugares, tem uma tropilha de profissionais prontos pra dar aquele apoio que muitas vezes faz mais diferença que chuva em tempo de seca.
A lida diária nos CAPS: Um pealo de esperança para quem sofre
Quem campeia na coordenação do Serviço de Saúde Mental da Secretaria de Saúde é o Vinicius Marçal, um bagual da assistência social que não esconde a realidade: a demanda é grande nos três CAPS, mais cheia que rodeio em domingo de sol. Segundo ele, os maiores causadores de transtornos mentais são o uso de drogas e as dificuldades familiares, que trazem consigo a ansiedade, a angústia e a depressão – problemas mais comuns que mate em roda de chimarrão. ‘Alguns pacientes chegam com ideação de suicídio, e aí a prioridade é mais alta que bandeira em mastro de CTG’, explica Marçal. Os casos não escolhem idade: adultos formam a maioria, mas tem muito guri e guria jovem que também busca o serviço já pensando em desistir da vida.
O desafio de pedir socorro: Mais difícil que domar cavalo xucro
‘Ainda existe muita dificuldade em aceitar que precisamos de ajuda’, comenta Marçal, com a sabedoria de quem já viu muitos casos. É como aquele cavalo empacado que não quer seguir viagem – a resistência de muita gente em buscar apoio acaba complicando mais a situação. Por isso, se um compadre ou uma prenda da tua roda estiver cabisbaixo, mais quieto que cusco em dia de trovoada, não deixe de estender a mão. Como diz o velho ditado campeiro: ‘Quem tem amigo, tem tudo’. Marçal reforça: ‘É muito complexo qualquer situação em saúde mental, mas existem profissionais preparados para acolher, atender e ajudar a melhorar a condição dessas pessoas, como um bom domador que sabe lidar com cada animal diferente’.
A saúde mental é como um campo que precisa de cuidado constante, e aqui em Alegrete, nossa comunidade tem esse apoio garantido. Os CAPS estão de prontidão, com as porteiras abertas para receber qualquer vivente que precise de um ombro amigo ou uma orientação profissional. Afinal, na nossa querência, ninguém precisa sofrer em silêncio nem tropear sozinho pelos caminhos difíceis da vida. A busca por ajuda não é fraqueza – é mais sinal de força que peão em prova de laço.
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