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BAGUAL É CONDENADO a 16 anos por tentar latrocínio em armazém da Restinga Seca e vai DESEMBOLSAR os cobres pra vítima!

A justiça de Alegrete mostrou que tem rédea curta e botou na linha um vivente que tentou assaltar com faca estabelecimento de quem lhe dava fiado





Um entrevero no armazém do fiado

Buenas, vivente! Lá pela querência da Restinga Seca, um causo de fazer o mate entornar aconteceu quando um gaudério desgarrado das boas condutas decidiu transformar a confiança em traição. Mais perdido nas ideias que cusco em tiroteio, o homem entrou armado com uma faca num estabelecimento comercial onde até fiado comprava, localizado a apenas uma quadra da sua própria morada. Como se não bastasse a má ideia, o sujeito resolveu anunciar assalto justo pra quem lhe estendia a mão nos momentos de aperto, mostrando-se mais ingrato que potro em dia de doma.

A prenda que não baixou a cabeça

Mas o que o malandro não contava é que iria encontrar uma china mais valente que vento minuano! Quando o acusado tentou golpear a mulher na região da barriga com a faca, ela reagiu com a coragem típica das prendas da fronteira. Num movimento mais ligeiro que relâmpago em tarde de verão, a vítima conseguiu empurrá-lo, evitando o pior. O meliante, vendo que seu plano saiu mais torto que rastro de cobra, tratou de disparar como potro xucro, mas não foi muito longe. Uma guarnição da Brigada Militar, sempre de olhos atentos como gavião no campo, acabou capturando o fujão nas redondezas do ocorrido.

A justiça mais certa que relógio de galo

Depois que o vivente foi laçado pela Brigada, começou a peleia na justiça. O juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, homem de lei da Vara Criminal da nossa querência, ouviu todos os envolvidos: a vítima que enfrentou o perigo, as testemunhas que presenciaram o entrevero e os brigadianos que atenderam a ocorrência. A prova contra o acusado ficou mais firme que esteio de galpão, com depoimentos, fotografias e até imagens do videomonitoramento mostrando o ocorrido. Na sentença, o magistrado deixou claro que ‘a culpabilidade do réu foi especialmente exacerbada’, ressaltando que o sujeito teve a pachorra de tentar assaltar alguém que lhe fazia o favor de vender fiado, mostrando-se mais mal-agradecido que geada em plantação.

Com a confissão parcial pesando como atenuante na balança da justiça, o réu ainda assim recebeu pena de 16 anos e vai permanecer de porteira fechada na cadeia. Além disso, terá que indenizar a vítima em cinco salários mínimos pelos danos morais causados, valor que será corrigido com o passar do tempo. Assim é a justiça em Alegrete, tchê: quem planta vento, colhe tempestade, e quem tenta apunhalar a confiança alheia acaba encontrando a firmeza da lei.

Compartilha esse causo com aquele compadre que sempre diz que a justiça não funciona em Alegrete! Vamos mostrar que por essas bandas, quem deve, paga!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/homem-e-condenado-a-16-anos-por-tentativa-de-latrocinio-em-alegrete-e-tera-que-pagar-indenizacao-a-vitima/


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