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SUPREMO forma MAIORIA contra Bolsonaro: Ministra gaúcha dá ESTOCADA final no processo

Mais quente que chaleira em fogo alto, julgamento no STF vira causo na fronteira oeste com participação decisiva da prenda mineira com raízes gaúchas





O entrevero jurídico que abalou os pagos

Buenas, vivente! Corre na querência uma história mais enredada que laço em espinheiro. O Supremo Tribunal Federal, aquela cancha onde os bacharéis debatem as leis da pátria, formou maioria pra condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro num processo mais complexo que trama de novela mexicana. E o voto que pendeu a balança veio da ministra Cármen Lúcia, uma prenda mineira de fala mansa mas com decisões mais firmes que esteio de galpão. A magistrada não titubeou ao afirmar que reconhece a liderança do Bolsonaro no alegado plano golpista, com provas mais cabais que rastro de cusco em barro fresco apresentadas pela Procuradoria-Geral da República.

Palavras duras como pedra de arroio

A ministra falou claro como água de vertente: ‘Tenho por comprovado, pela PGR, que Jair Messias Bolsonaro praticou os crimes que são imputados a ele na condição de líder da organização criminosa’. E seguiu firme como tropeiro em trilha de serra: ‘Não se sustenta a afirmação de que não há assinatura dele nos atos — ele é o causador, ele é o líder de uma organização que promovia todas as formas de articulação alinhadas para que se chegasse ao objetivo da manutenção ou tomada do poder’. Bah, tchê! Palavras mais cortantes que faca bem chaira! O voto dela era mais esperado que chuva em janeiro depois que o ministro Fux surpreendeu a todos como potro xucro em rodeio, absolvendo Bolsonaro e outros cinco réus, condenando apenas Mauro Cid e Braga Netto.

A tropilha de acusados e os crimes na denúncia

A comitiva que responde junto com Bolsonaro nesse processo é maior que fila de rodeio: o tenente-coronel Mauro Cid (que virou mais falador que compadre em roda de mate depois da delação), o deputado Alexandre Ramagem, o ex-comandante da Marinha Almir Garnier, Anderson Torres, General Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto. Uma tropa que, segundo a acusação, teria planejado uma ação mais grave que enchente em janeiro, respondendo por cinco crimes dos brabo: tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Carmen Lúcia, sobre Bolsonaro, foi direta como flecha de índio: ‘São objetivas as provas pela atuação do réu no sentido de promover, provocar, pressionar para o desvio de finalidade com propósitos de erosão democrática’. E arrematou dizendo que houve ‘prática corrente de instrumentalização das instituições da República’, comprovado pelas provas e depoimentos colhidos.

Esse julgamento, viventes de Alegrete, é mais importante para nossa democracia que água pra plantação em tempo de seca. A ministra Carmen Lúcia finalizou sua fala com palavras que ressoam como tropeada em campo aberto: ‘O Brasil só vale a pena porque nós estamos conseguindo ainda manter o Estado democrático de direito e todos nós, com as nossas compreensões diferentes, estamos resguardando isso’. É disso que se trata, guris e prendas: além das bombachas, do mate e do churrasco, é a democracia que mantém nossa liberdade de viver à moda gaúcha, respeitando as leis e instituições que nos permitem ser quem somos.

Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que vive discutindo política na roda de chimarrão! As leis da República são tão importantes quanto as tradições do nosso pago!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/com-voto-de-carmen-lucia-stf-forma-maioria-para-condenar-bolsonaro/


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