Home / Polícia / JUSTIÇA CAMPEIRA: Júri CONDENA homem que matou credor por dívida de moto em Alegrete

JUSTIÇA CAMPEIRA: Júri CONDENA homem que matou credor por dívida de moto em Alegrete

Na terra das caponetes, a balança da justiça pesou firme contra quem tentou escapar de dívida com um tiro - 18 anos de cadeia pro réu que segue mais sumido que agulha em palheiro





Tribunal dos Pagos Decidiu o Destino

Buenas, vivente! Lá pelos campos de Alegrete, onde o minuano sopra forte e a justiça não cochila, o martelo bateu pesado. No Foro da nossa querência da Fronteira Oeste, o doutor juiz Rafael Echevarria Borba presidiu um julgamento mais sério que rosto de capataz em dia de marcação. Os jurados, mais decididos que tropeiro em dia de cruzar rio cheio, não titubearam na hora de apontar o culpado por um crime que deixou a comunidade boquiaberta. A sentença? Dezoito anos e seis meses de reclusão em regime fechado, mais dura que inverno na campanha!

A Emboscada que Virou Tragédia

A história é de arrepiar a crina! Segundo o Ministério Público, o caso aconteceu em 27 de julho de 2024. O acusado devia uns 8 mil pilas do conserto de uma moto que ele mesmo havia batido antes. Mas em vez de honrar o compromisso como homem de palavra, armou um entrevero traiçoeiro. Com mais manha que raposa velha, atraiu o credor – Anderson Rogério Soares Pinto, 41 anos, o Xexéu ou Gordo, como era conhecido lá pelos lados de Uruguaiana – até um rincão isolado numa fazenda. Ali, mais covarde que cusco que morde pelas costas, surpreendeu o vivente com tiros, deixando-o caído mais longe da família que campo sem porteira. Os jurados reconheceram que o crime foi por motivo torpe e com dissimulação, como diz a lei dos homens.

Rastros na Terra Vermelha

Depois da barbaridade, o réu tentou apagar os rastros como quem tenta esconder fumaça de churrasco em dia de vento. Ocultou o corpo, os pertences da vítima e até a arma do crime, largando tudo numa área de mata mais fechada que coração de sovina. Mas como diz o ditado antigo das nossas campinas: ‘Não há rastro que o tempo não mostre, nem mentira que sempre se esconda’. Dois dias depois, o corpo foi encontrado. O laudo não deixou dúvidas: o pobre Anderson morreu de hemorragia interna por ferimento no pulmão. E agora o culpado? Tá mais foragido que terneiro em dia de marcação, mas a justiça já bateu o martelo e a preventiva tá decretada. É questão de tempo até o gaudério prestar contas com a lei!

Em Alegrete, terra de homens e mulheres de palavra, a comunidade respira um pouco mais aliviada com a condenação, mesmo com o réu ainda foragido. O caso reforça que, mesmo nos rincões da fronteira, a justiça pode ser lenta como carreta de boi, mas chega ao seu destino. Uma dívida de R$ 8 mil acabou custando uma vida e a liberdade de outra – lembrando a todos nós que, na lida da vida, honrar compromissos é lei mais antiga que o primeiro mate da manhã.

Compartilha esse causo com aquele compadre que vive dizendo que a justiça nunca funciona nos pagos da fronteira! A notícia precisa correr mais ligeira que cavalo xucro nas coxilhas de Alegrete!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/juri-condena-homem-por-matar-credor-e-ocultar-o-corpo-em-alegrete/


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *