A Travessia da Fronteira
Buenas, viventes do Alegrete! No último domingo, enquanto o sol se esparramava pela campanha, a gurizada do Real Alegrete cruzou a fronteira rumo a Uruguaiana, mais pilchada que prenda em domingo de rodeio! A delegação levou seus pequenos campeadores das categorias Sub-10 e Sub-12 para um torneio que celebrou as bodas de prata e mais um ano da escolinha Bola Brasil. Mesmo não jogando nesse formato de categoria no dia a dia – já que costumam militar no Sub-11 e Sub-13 – os guri e gurias aceitaram o convite especial mais rápido que laço em pescoço de terneiro!
O Entrevero na Cancha Adversária
Dentro do ginásio municipal de Uruguaiana, a piazada do Real se sentiu em casa e mostrou um futebol mais vibrante que gaita em fandango! Com jogos de dois tempos de 15 minutos, nossos guris deram um show de raça e determinação. ‘A gurizada jogou com garra de campeão’, conta a professora Lunara Fernandes, mais orgulhosa que mãe em formatura do filho. As duas categorias avançaram para as quartas de final, mostrando que alegretense quando se propõe a algo, vai até o fim! Foi um domingo inteiro de bola rolando, começando às 9h da manhã e se estendendo até as 22h – mais comprido que discussão de compadres em mesa de carteado!
Da Semifinal ao Bronze com Honra
A categoria Sub-12 chegou ainda mais longe, alcançando a semifinal num confronto contra os donos da casa que foi mais disputado que o último churrasco em domingo de campanha! Contra o Bola Brasil, os guris de Alegrete jogaram de igual para igual, levando a partida para os pênaltis após um empate no tempo normal. Nas cobranças, o destino foi madrinho dos anfitriões, mas nossos guri trouxeram para casa o bronze, mais reluzente que espora nova! ‘Na nossa avaliação, as duas categorias fizeram boas campanhas, enfrentando equipes de Uruguaiana, Barra do Quaraí e São Borja’, resumiu a professora Lunara, mostrando que o terceiro lugar tinha gosto de conquista merecida.
Quando a professora Lunara reuniu a gurizada do Sub-10 no vestiário após a eliminação, fez aquilo que todo bom gaúcho sabe fazer: transformar derrota em aprendizado. ‘Incentivei eles a seguir e a se sentirem orgulhosos pela raça que demonstraram. Consegui tirar uns sorrisos que, no final das contas, é o que importa’, revelou a treinadora. E nisso está a maior vitória do Real Alegrete: formar não apenas atletas, mas verdadeiros campeões da vida, que levam o nome da nossa terra para onde quer que vão, com a mesma garra dos ancestrais que defenderam nossas fronteiras. Que venham os próximos desafios – a gurizada está pronta como potro domado para novas aventuras!
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