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PRENDAS DO CAMPO: A FORÇA da mulher gaúcha REVOLUCIONA o agro na Expofeira de Alegrete

Das lidas com o gado às decisões nos escritórios, as chinas estão mostrando que o agronegócio também tem alma feminina em nossa querência





Buenas, tchê! O campo agora tem sotaque feminino

Mas bah, tchê! O cheiro de terra molhada e os mugidos do gado na Expofeira de Alegrete serviram de cenário para um encontro mais importante que prenda em dia de fandango. As mulheres, que antigamente eram vistas apenas como apoiadoras na lida campeira, agora estão tomando as rédeas dos negócios rurais com a mesma destreza que domam potros chucros. O evento reuniu prendas de Alegrete e de outros pagos, trazendo palestras que fizeram os olhos dos presentes brilharem mais que estrelas em noite de São João na campanha.

De peões a patroas: os depoimentos que emocionaram a querência

Teodora Lutkemeyer chegou ao palco com a firmeza de quem sabe o rumo da tropeada. Falando sobre a Comissão de Mulheres da Farsul, ela mostrou que o fortalecimento da china no campo não é modinha passageira, mas uma revolução mais permanente que marca de gado no couro. ‘As entidades rurais precisam da nossa voz’, defendeu, arrancando aprovações da plateia. Logo em seguida, Rodrigo Rizzo pegou a palavra como quem pega um laço bem trançado e destacou que as mulheres trazem para o sistema sindical uma sensibilidade mais valiosa que água em tempo de seca. ‘Elas enxergam o campo com olhos que vão além das cercas’, afirmou ele, enquanto as gurias presentes concordavam com a cabeça.

Das esporas às canetas: o futuro tem nome de prenda

Clarissa Lopes Peixoto subiu no tablado e, sem rodeios como boa gaudéria, falou da coragem e persistência que uma china precisa para se destacar no campo. ‘Ser mulher no agro é como domar um bagual xucro todos os dias’, comparou, arrancando risos de quem conhece bem o desafio. Para fechar o evento com mais brilho que fogo de chão, Jaqueline Kaster e Morgana Blaz apresentaram o painel ‘De geração em geração: a força da mulher no agro’. As duas mostraram que o conhecimento passado de mãe para filha é mais valioso que campo de pastagem em ano de boa chuva, e que o protagonismo feminino no agronegócio veio para ficar, como um marco de pedra em divisa de estância.

A Expofeira de Alegrete, mais uma vez, provou que nossa terra não é só de gado premiado e cavalos de raça, mas também de mulheres que carregam o campo nas veias e a inovação na cabeça. O encontro deixou claro que o futuro do agro em nossa querência tem a força da prenda gaúcha – que assim como o minuano, quando passa, nunca deixa as coisas como estavam antes. O protagonismo feminino no campo não é apenas uma tendência, mas uma transformação profunda que vai seguir dando frutos para toda a comunidade alegretense.

Compartilha esse causo com aquela prenda guerreira que está mostrando seu valor na lida do campo! As gurias do agro merecem esse reconhecimento!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/a-forca-da-mulher-no-agro-marca-encontro-na-expofeira-de-alegrete/


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