Prosa boa no galpão da Expofeira
Buenas, viventes! Lá no Parque Dr. Lauro Dornelles, enquanto os animais descansavam nas baias e o cheiro de churrasco se espalhava pela querência, uma roda de conversa mais importante que reunião de capataz foi armada. A gurizada da IC Tributária, empresa nascida e criada em nosso Alegrete desde 2003, puxou a prosa pra clarear a cabeça da gauchada sobre essa tal de Reforma Tributária que tá batendo na porteira. O fundador José Luis Alves Pinheiro e seus parceiros de lida, Katiane Rodrigues Boaventura e Cássio Sobrosa, trouxeram a conversa pro pago com a ajuda do Jucelino Medeiros, comunicador mais conhecido que palanque de CTG, que mediou os encontros diretamente do coração da nossa Expofeira.
Dos balcões do comércio às coxilhas dos campos
O primeiro entrevero de ideias teve o empresário Deonir Martini, homem da terra, que falou mais claro que água de vertente: ‘O empresário precisa entender o que muda na emissão da nota, na precificação e até na conversa com o cliente. Não é só uma troca de siglas — é uma forma diferente de pensar o imposto.’ Mais perdido que gringo em rodeio ficará o comerciante que não se preparar! Na mesma toada, Onélio Pilecco, que lida com o nosso ouro branco nas várzeas – o arroz – alertou que ‘a cadeia do arroz é longa e complexa’ e que os créditos financeiros podem ser a salvação do lavrador, mas só se ele souber laçar direito essa oportunidade. José Luis Pinheiro, que entende do riscado tributário como peão velho entende de doma, explicou que esse tal de IVA vem com dois tributos principais: o CBS da União e o IBS dos estados e municípios, acabando com aquele empilhamento de impostos mais embaraçado que lã de ovelha em cerca de arame.
Do campo ao açougue: o desafio da ovinocultura
No segundo round da prosa, quem trouxe os saberes foi Roberto Pereira, extensionista da Secretaria de Agricultura que conhece cada recanto dos campos de Alegrete. Ele falou pros criadores de ovinos, que são mais de mil propriedades nas terras alegretenses – um rebanho mais numeroso que estrelas em noite de inverno! ‘Muitos produtores ainda trabalham de forma informal, e o novo sistema pode trazer tanto desafios quanto oportunidades’, alertou com a sabedoria de quem já viu muito sol nascer. E completou com uma sentença mais certeira que tiro de boleadeira: ‘Conhecimento é o principal insumo da Reforma. Assim como no campo, quem planta informação colhe resultado’. A parceira de lida da IC Tributária, Katiane Boaventura, avisou que o produtor rural vai precisar de ajuda especializada mais do que tropeiro precisa de bússola em dia de cerração. ‘É hora de se preparar, estudar e buscar consultoria’, aconselhou ela, firme como palanque em campo seco.
A conversa mostrou que essa Reforma Tributária não é passageira como trovoada de verão, mas uma mudança profunda como rio que troca de curso. Para o consumidor, os preços vão ficar mais cristalinos que água de fonte. Pro empresário e pro homem do campo, vai ser tempo de revisar os papéis, entender os novos caminhos e se unir como tropa em travessia. Como bem disse Jucelino Medeiros ao finalizar a prosa: ‘A grande lição dessas conversas é que ninguém vai atravessar essa mudança sozinho’. Lá na nossa 83ª Expofeira de Alegrete, mais uma vez o povo se reuniu não só pra negociar gado e admirar cavalos de raça, mas pra pensar no futuro da nossa querência, mostrando que Alegrete segue firme como guardião das tradições, mas de olho nas mudanças que vêm por aí mais certo que o amanhecer.
Compartilha esse causo com aquele compadre produtor rural que ainda não entendeu bulhufas dessa Reforma Tributária! Manda pro grupo do sindicato rural – a informação precisa galopar mais ligeiro que notícia de leilão!









