Decisão firme como estaca em banhado
Buenas, viventes do nosso Alegrete! O Ministério de Minas e Energia acaba de confirmar o que muita gente já farejava que nem cusco em dia de carneada: o horário de verão não vai montar nos ponteiros dos relógios brasileiros em 2025! O ministro Alexandre Silveira, mais decidido que tropeiro em dia de travessia, anunciou que a mudança está descartada após um estudo caprichado do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. Os homens da ciência constataram que nossos açudes energéticos (os reservatórios das hidrelétricas, como dizem os letrados) estão mais cheios que cuia em roda de chimarrão, garantindo energia sem precisar mexer no relógio de ninguém.
A prosa por trás dos ponteiros parados
Mas bah, tchê! O causo é mais fundo que abismo na serra. Aquela história de adiantar o relógio pra economizar luz nos horários de pico já não funciona como antigamente. Os tempos mudaram mais que clima em Alegrete! Agora, com tanto vivente usando ar-condicionado e com as placas de energia solar brotando nos telhados mais que inço em campo novo, o padrão de consumo virou de ponta-cabeça. E tem mais: nos últimos anos, a água tem caído generosa nas cabeceiras dos rios, deixando os reservatórios das hidrelétricas mais fartos que mesa de domingo na casa da vovó. ‘A implementação do horário de verão em 2025 está descartada. Os dados indicam que a medida não é necessária’, disse o ministro, com a convicção de quem laça novilho em rodeio.
Os frutos da decisão para cada vivente
Por essas bandas da fronteira oeste e em todo nosso Rio Grande, a notícia cai diferente conforme o galpão. Pros comerciantes e donos de bolicho das regiões mais ao Sul, onde o sol de verão se estende feito prosa boa, uma hora a mais de claridade poderia render mais freguesia no final da tarde. Já pros lados do Equador, a diferença seria menor que crina de potro recém-nascido. Os transportadores e as companhias de avião, que tinham que reajustar seus horários mais que cavalo empacador, agora seguem na mesma trilha sem sustos. E pros milhões de brasileiros comuns, o sono fica mais regulado que pingo bem domado – sem aquela adaptação que deixava o corpo mais confuso que gringo em primeira visita a CTG!
Na verdade, tchê, esse assunto do horário de verão é que nem discussão de galpão: sempre tem os que defendem e os que criticam. Enquanto economistas e ambientalistas seguem acreditando que adiantar o relógio ajudaria a usar melhor a energia, o governo preferiu olhar pros reservatórios cheios e deixar as coisas como estão. Pra nós aqui de Alegrete e de toda a região, a vida segue no compasso do relógio normal, sem sobressaltos. E como diz o ditado campeiro: ‘Não se mexe em porteira que não range’. Pelo visto, o país deixou para trás essa tradição mais definitivamente que taura aposentando as esporas.
Compartilha esse causo com aquele amigo que sempre se atrasava na primeira semana do horário de verão! Ele vai agradecer por não precisar ajustar o relógio biológico esse ano!









