O entrevero que virou caso de polícia
Mas bah, tchê! A paz de uma residência em Alegrete virou praça de guerra quando um vivente de 28 anos resolveu se bandear até a casa da ex-companheira, uma prenda de 26 janeiros. O gaudério chegou mais bravo que cusco em dia de trovoada, berreando que nem touro apartado da manada. Não satisfeito em armar um berreiro que se escutava de longe, o sujeito ainda tratou de fazer mais estrago que temporal em festa de CTG, quebrando objetos da casa enquanto soltava ameaças mais pesadas que carreta atolada em dia de chuva.
Da brabeza ao xilindró
A prenda, com a gurizada apavorada pelo comportamento do facínora, não teve outra saída senão chamar a Brigada Militar. Quando os homens da lei chegaram no local, encontraram o indivíduo ainda bufando feito boi em pastagem alheia. E como se não bastasse todo o teatro armado, o vivente, que já estava mais perdido que gringo em rodeio, resolveu desrespeitar os brigadianos. Foi o que bastou! Mais ligeiro que vento minuano, os policiais deram voz de prisão ao sujeito que, pelo jeito, esqueceu que com a Brigada não se brinca.
O desfecho na porta da delegacia
Depois de contido pelos brigadianos, o bagual foi encaminhado direto pra UPA, onde recebeu atendimento antes de trotear até a Delegacia de Polícia. Na DPPA, o homem terminou o dia com uma hospedagem que não estava nos seus planos: autuado em flagrante e com pouso garantido atrás das grades. Como dizem os antigos por essas bandas: ‘quem planta vento, colhe tempestade’, e esse vivente agora vai ter tempo de sobra pra pensar nos seus destemperos.
Esse caso, que infelizmente não é isolado em nossa Alegrete, mostra como os laços que um dia foram de carinho podem se transformar em cordas de tormento. Nossa comunidade precisa seguir firme no combate à violência contra as mulheres, garantindo que nossas prendas possam viver sem medo em seu próprio lar. A Brigada agiu rápido, mas é dever de todos nós zelarmos pelo respeito dentro das porteiras dos nossos pagos.
Compartilha esse caso com aquele vivente que ainda acha que ameaçar ex-companheira é ‘coisa de momento’! A lei está mais afiada que faca de campeiro e ninguém escapa dela!









