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CAUSOS DE VIDA e MORTE: Pacientes alegretenses revelam como médicos SALVARAM suas histórias no pago

Na querência do Baita Chão, viventes compartilham causos emocionantes de cura e gratidão pelos doutores que fizeram a diferença quando o trem da vida quase descarrilhou





Dos consultórios para o coração da campanha

Buenas, vivente! Assim como o cusco fiel que guarda a porteira, os médicos são os guardiões da saúde no nosso pago. Neste 18 de outubro, quando se celebra o Dia do Médico, o Notícias Alegrete campeia histórias que são mais emocionantes que galpão em dia de fandango. Porque, tchê, há profissões que curam o corpo, outras que aliviam a alma, mas a medicina – quando exercida com a mesma dedicação de quem prepara um bom amargo – tem o dom de tocar ambas. Como bem diz aquele ditado da campanha: ‘Doutor bom é que nem arreio bem ajustado, serve justo onde precisa’. E os relatos a seguir mostram que, em Alegrete, temos doutores que são mais valiosos que água em tempo de seca!

Da beira da partida para o recomeço da tropeada

A prenda Fátima da Silveira carrega no peito uma gratidão mais forte que laço de palanque pelo Dr. Barradinhas, pediatra que por muitos anos clinicou em nossa querência e hoje está em Santa Maria. ‘Ele salvou meu filho, Garibaldi da Silveira Júnior, quando era só um gurizinho e teve problemas sérios de saúde. Era doutor que nem porteira de estância, estava sempre aberta, me atendia a qualquer hora’, relembra com os olhos marejados. O guri, que escapou por um triz, hoje está mais forte que touro de rodeio – tem 32 anos, virou professor federal do Instituto Farroupilha e anda tropeando lá pras bandas do Ceará, em Aracati.

Já a Samara Chervenski não esquece da Dra. Stella Simões, que cuidou de seus filhos com a delicadeza de quem trata um quero-quero recém-nascido. ‘Ela foi médica do meu primeiro filho, que hoje tem 13 anos, e também do Samuel, de 5, sempre com aquele jeito que acalma o coração aflito de qualquer mãe’, conta. E olha que mãe de gurizada é mais protetora que égua com potrilho novo!

A guria Jossana Gabriele da Rosa enfrentou uma peleia mais difícil que domar bagual xucro. ‘Quatro médicos me ajudaram muito: Dra. Sarah Monteiro, Dr. José do Pontinho Rondon, Dr. Herikson e Dra. Daiana. Os dois primeiros me curaram da hidradenite supurativa, doença braba e dolorosa que nem temporal de inverno. Já tinha tentado de tudo, sem sucesso’, relata. E não parou por aí, tchê! Os psiquiatras a ajudaram a entender que ‘a bipolaridade não é empecilho, mas parte da minha vida, me encorajando a sonhar novamente’. Hoje, a prenda voltou a acreditar em si mesma, mais firme que poste de mangueira.

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Quando o doutor vira padrinho da segunda chance

Mas bah, vivente! A Nadeja Guterres, lá de Manoel Viana, tem uma história que é mais impressionante que trovoada de verão. ‘O Dr. Paulo Bastos salvou minha vida duas vezes. Primeiro numa apendicite estrangulada havia três dias, depois numa vesícula prestes a estourar que nem bomba em festa de São João. Se não fosse por ele, já estaria campereando nas nuvens’, conta a prenda.

E que dizer do Marcos Prates Salbego? O bagual enfrentou um transplante renal há 12 anos e não esquece do Dr. Alexandre Alderete Alves e da Dra. Ruth Lilian de Ávila. ‘Consultei o Dr. Alexandre por causa da pressão alta, mais descontrolada que potro sem doma, e ele percebeu que o problema era nos rins. Foi mais atento que capataz em dia de marcação’, lembra Marcos. Hoje, ele valoriza a vida como quem protege o último gole de água na travessia do campo.

A Giselda Costa encontrou no Dr. Carlos Diniz Barradas um apoio mais firme que esteio de galpão quando recebeu o diagnóstico de câncer de mama. ‘Ele me acolheu com palavras que jamais esquecerei. Seu carinho é divino’, diz ela, que segue na luta, mais confiante que tropeiro que conhece todos os atalhos.

E o que dizer da Claudia Suelen? A prenda quase cruzou a última porteira em 2021, após complicações no parto. ‘Tive miocardiopatia periparto com pneumonia. Fui sedada, intubada e passei dez dias na UTI. Entrei para dar à luz e quase não voltei’, conta ela, agradecendo ao Dr. Gustavo (cardiologista), às Dras. Lúcia, Nilva e Lívia, ao Dr. Érico e toda a equipe da UTI, especialmente ao Dr. Sandro. ‘Fiquei com sequelas, mas estou viva, graças a eles’, finaliza, com a força de quem sobreviveu à pior tormenta.

Neste Dia do Médico, a querência alegretense reverencia esses profissionais que são como aquele farol distante que guia o tropeiro perdido na noite escura. Porque, como dizia o velho ditado da campanha, ‘não há dor que não tenha seu alívio, nem doença que não tenha seu doutor’. Entre estetoscópios e receitas, entre diagnósticos e procedimentos, estes homens e mulheres de jaleco branco escrevem, diariamente, histórias de vida e esperança em nosso pago. E como disse Machado de Assis, ‘há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinhos; outras, por saber que os espinhos têm rosas’. E os médicos? Ah, esses são aqueles que, mesmo na maior tempestade, conseguem enxergar o arco-íris que virá depois. São ciência e poesia juntas, curando corpo e alma dos filhos desta terra.

Compartilha esse causo com aquele doutor ou doutora que já te atendeu num momento difícil e merece saber que é mais valioso pro povo alegretense que água fresca em dia de calorão!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/no-dia-do-medico-relatos-reais-de-pacientes-que-devem-a-vida-a-esses-profissionais/


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