Buenas! Quando o gaúcho vê que o negócio não está certo
Mas bah, tchê! O vivente alegretense não é de engolir produto ruim igual cusco engole osso. Foi assim que um grupo de clientes, de olho mais apurado que capataz em lida campeira, denunciou que as coisas não andavam certas nas prateleiras de um supermercado da nossa querência. A gurizada não ficou quieta quando percebeu que alguns produtos pareciam mais velhos que bombacha de avô. Aí, como diz o ditado, ‘a notícia correu mais ligeiro que potro em campo aberto’ e não demorou a chegar nos ouvidos da Vigilância Sanitária de Alegrete.
A tropa de elite que campeou as irregularidades
A comitiva da fiscalização, mais preparada que peão em dia de rodeio, não tardou a montar nos seus cavalos de aço e trotear até o local. Comandando o bolicho estava o médico veterinário Carlos Humberto Vasques, acompanhado por uma tropa de primeira: os fiscais Fernando Cambraia, Daniela Borges, Aline Rubim e mais um doutor dos bichos, Paulo Gonçalves. Os campeiros da vigilância, de olhar mais afiado que faca de churrasco, fizeram uma vistoria mais minuciosa que procura de agulha em palheiro. E não é que acharam mesmo? Os produtos estavam armazenados de um jeito mais errado que laço mal armado, conservados de forma que nem cusco faminto arriscaria uma dentada!
Quando o martelo da lei bate na mesa
Diante do que viram, os fiscais não tiveram dúvida e sacaram dos bolsos o que todo comerciante teme mais que enchente em janeiro: o Auto de Infração Sanitária e o Termo de Apreensão, documentos mais temidos que assombração de estância. Os alimentos foram lacrados mais rápido que tampa de garrafa em roda de mate e ficaram sob guarda do próprio estabelecimento, que virou fiel depositário até que o processo administrativo decida o que fazer com aquela mercadoria mais suspeita que carreta sem placa na fronteira. Como bem disse o coordenador Carlos Humberto Vasques: ‘As denúncias feitas pelos consumidores são fundamentais. Nosso trabalho é garantir que os alimentos comercializados estejam dentro dos padrões de qualidade e segurança exigidos. Cada ação tem como foco proteger a saúde da população alegretense’. Palavra de homem, que vale mais que contrato assinado!
Esta ação da Vigilância Sanitária mostra que, em Alegrete, o povo tem voz mais forte que berro de touro e que as autoridades estão atentas como guaxo recém-nascido. A saúde da nossa gente não se barganha por preço nenhum, e cada denúncia é um passo para mantermos nossa cidade tão limpa quanto galpão em véspera de festa. A Secretaria de Saúde de Alegrete segue de olho arregalado, pronta para garantir que só produto bom chegue à mesa do gaúcho. Afinal, como diz o ditado campeiro: ‘Não adianta bombacha nova se o estômago está ruim’.
Compartilha esse causo com aquele compadre que sempre confere a validade de tudo que compra no mercado! Quem sabe ele não ajuda a manter os armazéns do nosso pago na linha?









