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ORGULHO DO PAGO: Professora alegretense CONQUISTA prêmio NACIONAL com matemática e cultura indígena!

Lá dos campos de Alegrete para o palco nacional, uma prenda mostra que a inteligência gaúcha vai além das fronteiras do pampa





Uma prenda com números na cabeça e o pago no coração

Buenas, vivente! Aqui das terras onde o vento minuano sopra forte, vem uma notícia mais brilhante que espora em dia de rodeio! A professora Elenice Carvalho Alves, uma filha legítima desta querência, mostrou que o povo alegretense tem talento de sobra. Mais gabaritada que gaudério em concurso de laço, a licenciada em matemática da Rede Municipal de Alegrete acaba de arrebatar o prêmio regional pela melhor dissertação de mestrado do Programa de Mestrado Profissional em Rede, o tal do PROFMAT. E não foi aqui pertinho não, tchê! A china recebeu a honraria lá nas bandas de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, deixando muito doutor de gravata boquiaberto com o trabalho de uma professora da nossa terrinha.

Trançando a matemática com a sabedoria dos antigos

E que trabalho barbaridade foi esse? Mais criativo que trovador em fandango, a prenda Elenice não se contentou em fazer uma pesquisa qualquer. Pela Universidade Federal de Santa Maria, ela defendeu em 2023 a dissertação com um título que já mostra a profundidade do estudo: ‘A teoria das situações didáticas e o jogo da onça como opção estratégica de ensino’. Mas não pense que é coisa simples, tchê! A professora campeonou a difícil arte de juntar números com a nossa herança cultural, aplicando a Lei N° 11.645/2008, que trata do ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. Quem disse que matemática é só número e que tradição só se aprende em roda de mate? A profa Elenice provou que dá pra fazer as duas tropas trotear juntas!

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Do Waldemar Borges para o Brasil

A vivente não ficou só na teoria, como cavalo preso em brete! Ela pegou seus métodos e levou direto para a gurizada da escola Waldemar Borges, mostrando na prática que ensinar matemática pode ter mais sabor que um bom churrasco em domingo de campanha. Como ela mesma destacou, mais sincera que promessa de gaudério: ‘Trabalhar questões étnico-culturais não é apenas limitado, a exemplo, para as disciplinas da área das humanas. Trabalhar tais questões é um compromisso social e educativo, por isso é preciso que outras áreas se envolvam nessa importante discussão, como a matemática’. E não é que a china tinha razão? Tanto que a UFSM indicou seu trabalho para a premiação, e lá no II Encontro Nacional do PROFMAT, ela ainda deu uma palestra mais aplaudida que declamador em rodeio artístico!

Mas bah, tchê! O reconhecimento da professora Elenice não é só uma conquista pessoal, mas um orgulho para toda Alegrete e prova de que nossa educação municipal tem qualidade de primeira. Quando uma professora de nossa querência mistura matemática com cultura indígena e ainda arranca um prêmio nacional, é sinal de que estamos no rumo certo. O trabalho dela mostra que podemos valorizar nossas raízes enquanto avançamos no conhecimento técnico – uma lição mais valiosa que ouro em pala de gaúcho!

Compartilha esse causo com aquele professor guerreiro que dá duro nas escolas de Alegrete! E também com a gurizada que acha que matemática é bicho de sete cabeças – tá aí a prova que nossa cultura pode transformar qualquer matéria num aprendizado mais saboroso que churrasco em domingo de sol!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/professora-da-rede-municipal-de-alegrete-recebe-premio-da-sociedade-brasileira-de-matematica/


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