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MULTIDÃO INVADE largo para o MAIOR FANDANGO dos 194 anos de Alegrete: ‘Foi mais bonito que entardecer no pampa!’

Na querência do Centro Cultural, a cidade inteira se reuniu numa prosa musical que atravessou a madrugada e arrancou lágrimas até do vivente mais calejado





Quando o pampa vira palco e o povo vira coro

Buenas, meu povo querido! Mas que baita festança foi essa, tchê! O aniversário dos 194 anos da nossa querida Alegrete transformou o Largo do Centro Cultural num galpão a céu aberto, mais lotado que rodeio em dia de final. Na noite de 31, depois do aniversário oficial de 25 de outubro, a cidade inteira se apinhou pra celebrar como se deve – com música boa, abraços apertados e um orgulho mais inflado que pelego novo. A Prefeitura e o Sesc deram as mãos pra montar um festejo que ficará gravado na memória de cada alegretense como marca de ferro em couro bom – daquelas que o tempo não apaga nem o vento leva.

Da batida do pagode ao rasqueado das gaitas

A festança começou com o grupo Virozueira sacudindo o terreiro com pagode de primeira – e olha, tchê, o povo cantou junto cada refrão como quem reza em agradecimento. ‘Deixa Acontecer’, ‘Tá Escrito’ e ‘Cheia de Manias’ ecoaram pelo pampa enquanto o DJ Paulo Garcez, nos intervalos, não deixava o fogo apagar. Era de ver a gurizada e os coroas, todos mesclados, num bailado só! Depois, quando o guri da terra, nosso Léo Pain, pisou no palco, a emoção subiu mais que água em tempo de enchente. O bagual que ganhou o The Voice Brasil trouxe Bruno e Marrone na voz e transformou cada canção num abraço coletivo. Foi de arrepiar até o pelo da bombacha, como dizem os antigos do pago. A plateia virou um mar de vozes unidas, cantando junto como quem declara amor à sua terra.

Um garrão de memórias e o parabéns mais gaudério

Entre um show e outro, as empresas parceiras promoveram uma proseada de recordações que fez o povo viajar no tempo. Era uma pergunta aqui, outra acolá sobre o passado de Alegrete – quem lembrava de dançar no Cerca de Pedra? E da bolacha do Nero? E do mate tomado na Praça dos Patinhos? Cada resposta arrancava suspiros fundos e sorrisos largos, como quem desencilha lembranças guardadas no galpão da memória. Quando o Tchê Garotos tomou conta do tablado, não teve jeito – o bailão tomou forma! O prefeito Jesse Trindade, mais faceiro que potro novo, subiu no palco pra puxar um ‘parabéns’ que juntou mais de duas mil gargantas num só grito: ‘Parabéns, Alegrete! 194 anos de histórias e conquistas!’. Os olhos do homem brilhavam mais que estrelas em noite de lua nova, enquanto a multidão aplaudia com força. E pra fechar com chave de ouro, como manda a tradição, o Tchê Barbaridade botou todo mundo pra dançar – até quem jurava ter duas pernas esquerdas saiu rodopiando pelo largo!

Essa festa foi daquelas que a gente guarda no coração como quem guarda uma relíquia antiga. Foi mais que um aniversário, foi um reencontro de Alegrete com suas próprias raízes, um momento em que cada alegretense pôde sentir o peso doce de pertencer a essa terra. Os 194 anos vieram mostrar que nossa cidade segue firme como guerreiro em batalha, mas com a alma macia feito pelego novo. A música virou memória, o tempo virou ternura e o orgulho de ser desta querência transformou-se em canto que vai ecoar até os próximos festejos.

Compartilha esse causo com aquele vivente que se emociona até com o hino de Alegrete e marca os amigos que perderam essa festança para não faltarem nos 195 anos!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/show-dos-194-de-alegrete-muita-cantoria-de-varios-estilos-levaram-multidao-ao-centro-cultural/


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