O rastro que nem cachorro farejador perderia
Buenas, vivente! Lá pelas bandas do Querumana, onde o vento minuano corre solto e as histórias viajam mais ligeiro que notícia em rádio do interior, a Patrulha Rural da Brigada Militar botou o pé na estrada pra investigar um causo que tava deixando a gurizada da região de cabelo em pé. Na quinta-feira (13), mais quente que braseiro de churrasco, os brigadianos entraram em ação depois de ouvir que bicho de estimação andava sumindo mais que dinheiro em véspera de festa. A movimentação estranha por aqueles pagos já tinha acendido o alerta dos moradores, que tavam mais desconfiados que gato escaldado.
O entrevero que virou caso de polícia
Quando a viatura se aproximou, um dos sujeitos saiu em disparada mais ligeiro que cusco correndo de banho. Mas não adiantou se mandar! No pátio da propriedade, os milicos se depararam com um cenário de cortar o coração: uns 30 cachorros, parte deles amarrados, com ferimentos na vista de qualquer um e magros que nem vara de marmelo. Os pobres bichos estavam mais judiados que cavalo em fim de rodeio! E não parou por aí, tchê! No freezer dos maulas, a Brigada achou cinco tatus abatidos, prova cabal que a caça ilegal corria solta. Ainda recolheram motosserras sem documento, rádios comunicadores mais suspeitos que político em véspera de eleição, facas afiadas, uma roçadeira e até combustível que ninguém sabia de onde tinha vindo.
Quando o laço da lei aperta
Os brigadianos, mais determinados que tropeiro com pressa, seguiram o rastro até outra propriedade dos mesmos viventes. Lá encontraram mais um bicho silvestre abatido e uma armadilha montada, comprovando que a bandalheira era mais organizada que fila de churrascaria em domingo! Com a presença do capitão Gilmar Lançanova, que acompanhou a operação mais de perto que juiz em final de campeonato, os dois homens foram grampeados. O mais velho, com seus 62 janeiros, foi ouvido e depois liberado, enquanto o comparsa foi direto pro xilindró, onde vai ter tempo de sobra pra refletir que com bicho não se judia. Como dizia minha avó: ‘Quem maltrata animal não presta nem pro inferno!’
Em nossa Alegrete, onde o respeito à vida deveria ser mais forte que o laço do campeiro, casos como esse mostram que a vigilância precisa ser constante. A ação da Brigada não apenas trouxe justiça para os bichos maltratados, mas também reforçou que em nosso pago, quem age contra a lei e contra a natureza acaba encontrando seu destino mais cedo que tarde. Querumana agora respira mais aliviada, sabendo que dois malfeitores não estarão mais por lá atormentando bichos e moradores.
Compartilha esse causo com aquele amigo que tem mais amor pelos bichos que guri por bombom! A gurizada precisa saber que em Alegrete, maltratar animal dá cadeia!









