Qual a diferença, tchê? Entenda os guardiões dos remédios
Mas bah, tchê! Se tu acha que Garantia de Qualidade e Controle de Qualidade são que nem gêmeos num CTG, te digo que tá mais perdido que gringo em rodeio! Os dois sistemas parecem irmãos, mas têm funções mais diferentes que cavalo de bombacha. São os guardiões silenciosos que trabalham dia e noite pra garantir que o remédio que chega na tua mão seja mais seguro que cusco guardando casa. Nosso conterrâneo Jucelino Medeiros Marques Junior, um baita especialista no assunto, explica como funciona essa parceria que não pode falhar.
Garantia de Qualidade: o capataz que pensa antes do rodeio começar
A Garantia de Qualidade, meu caro vivente, é como aquele capataz experiente que organiza tudo antes da lida começar. É o sistema que pensa antes de produzir, mais prevenido que campeiro antes de temporal. Ela define os procedimentos escritos, tão organizados quanto as fileiras de um fandango bem ensaiado. Treina as equipes com a mesma dedicação de quem ensina um potro a receber as rédeas, valida os equipamentos e processos e ainda faz auditorias internas, fiscalizando tudo com olho mais atento que o do juiz de rodeio. Antes mesmo de fabricar um remédio, a GQ já verifica se a matéria-prima tá aprovada, se os equipamentos foram mais bem limpos que chaleira de chimarrão em domingo, e se o processo foi testado até não mais poder. Em resumo: a GQ é aquela que pergunta: ‘Esse processo tá tão bem preparado quanto carreteiro em fogo de chão pra garantir qualidade sempre?’
Controle de Qualidade: o juiz que decide se o produto vai pra cancha ou não
Já o Controle de Qualidade, parceiro, é a operação final – aquele juiz rigoroso que não deixa passar nada. No laboratório, os guris analisam se a concentração do remédio tá mais certa que nó de bombacha, se não tem contaminação nem de longe, e se o comprimido se dissolve na medida certa, como um bom chimarrão na cuia. E olha só: se algo estiver fora do combinado, o lote é rejeitado mais ligeiro que cusco correndo de banho. O CQ é exigente que nem sogra em primeira visita! Em resumo: o CQ pergunta sem rodeio: ‘Esse produto que fabricamos tá dentro das regras e pronto pra ir pro povo, ou vai pro brete de rejeição?’
Quando tu pega um remédio na farmácia da cidade ou recebe pelo SUS, tu espera que ele funcione tão bem quanto promessa de político em época de eleição, mas com a diferença que o remédio cumpre o que promete! A GQ e o CQ trabalham juntos como uma boa dupla de laço – um planeja, outro executa. Se um falha, o risco aparece mais rápido que fofoca em Alegrete. Não adianta só testar no final se o processo tá mais torto que espada de bêbado, e não adianta só planejar se ninguém verificar o resultado final. Essa dupla trabalha unida como os dedos da mão na hora de fazer um mate. Graças a conterrâneos dedicados como Jucelino, farmacêutico e mestre com mais diplomas que parede de repartição pública, temos a garantia que nossos remédios chegam com qualidade à altura da exigência do gaúcho.
Compartilha esse causo com aquele compadre desconfiado que sempre olha duas vezes o remédio antes de tomar! Ele vai entender que tem muita ciência por trás de cada comprimido!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/garantia-de-qualidade-e-controle-de-qualidade-voce-sabe-a-diferenca/









