Mas bah, tchê! Alegrete na mira do Tio Sam
Mas bah, vivente! Parece que o céu carregou sobre as exportações brasileiras com a nova taxação dos EUA. Alegrete, a nossa querência, não ficou de fora desse entrevero. Lá no frigorífico da Minerva, ali onde a prenda corta a carne e o peão faz a lida, o impacto ressoou mais forte que galope de potro novo. Com 700 trabalhadores fincados nessa terra e 450 bovinos abatidos por dia, essa planta é um pilar das nossas estâncias.
Gurizada, a Minerva está no ringue, não tá morta!
Agora, te segura que a história não acaba por aqui! A Minerva, que não é nem um pouco mais perdida que cusco em procissão, já trouxe suas rezes pro curral. Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho, aquele que comanda as finanças mais firme que palanque em banhado, anunciou que a Minerva encara essa tempestade de pechera aberta. Com operações na Argentina, Paraguai, Uruguai e Austrália, a empresa aponta uma faca e acena com um lenço, pronta pra dar a volta nesse minuano forte.
Resoluto como gaudério no curto e grosso
No fim das contas, compadre, ouvimos um eco mais calmo que rancho após fandango. Com cerca de 5% da receita sob ameaça, a Minerva respira fundo e afrouxa as rédeas, prometendo manter toda a gurizada bem informada na medida que o tempo vai ajeitando. Afinal, ‘não tá morto quem peleia’, já diz o dito popular por essas bandas.
Este comunicado da Minerva reverbera como eco pelos pagos da Fronteira. Com um impacto pequeno na receita, a resiliência da nossa gente e suas operações diversificadas seguem mais fortes do que nunca, reforçando o valor da indústria alimentícia para a comunidade alegretense.
Espalha essa notícia pros bagual da tua roda de mate que precisam saber dessa!









