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ENTRE A DOR DA CONSCIÊNCIA E A PAZ DA IGNORÂNCIA: Escolhas Refletidas no Horizonte GAÚCHO

No coração da Fronteira Oeste, a velha pausa para o chimarrão levanta esta questão intrigante: viver atormentado pela realidade ou ser feliz na ignorância?





Mas bah, vivente! Filosofia de Bombacha

Mas bah, tchê! Desde os tempos dos filósofos gregos, essa questão se espalha pelas rodas de mate e pelas tertúlias campeiras: é melhor sentirmos o peso das injustiças do mundo ou encontrar paz no doce desconhecimento? Aqui na nossa querência, cada prosa no galpão reacende essa dúvida mais queimosa que papo de comadre no portão.

Quando a Informação Vira Carga

Hoje em dia, mais conectado que cupim em tronqueira, o vivente que se aprofunda em política, saúde mental ou questões sociais muitas vezes se vê mais atucanado que galo em dia de chuva. O peso do conhecimento é também responsabilidade, como já dizia Leon Festinger, e isso pode deixar mais abalado que cusco em noite de temporal.

O Equilíbrio de um Vivente Esperto

Contudo, vivente, achar um meio termo pode ser a filosofia mais valiosa. Igual um cavalo sem freio, viver alheio do mundo pode até parecer leve, mas deixa a pessoa sem direção. Uma pitada de atenção ao que ocorre ao redor, dosando o conhecimento à moda campeira, pode trazer uma vida mais cheia de significado sem ser pesada como um fardo de lenha.

De fato, no nosso rincão gaúcho, a decisão entre a consciência intensa e a paz da ignorância não é simples. Mas, aprendemos que a boa informação e a ação pensada podem ser a chave para um futuro mais promissor dentro e fora dos galpões. Assim, a grande questão é: vamos campear pela mudança ou apenas seguir o trovar do vento?

Espalha essa reflexão pros quatro cantos do pago – todo mundo precisa pensar sobre isso!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/pat-comportamento-entre-a-dor-da-consciencia-e-a-paz-da-ignorancia-o-que-e-melhor-para-nos/


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