O dia em que o cusco foi acuado
Buenas, vivente! Mas bah, tchê, tava o sujeito campereando pela cidade como quem não deve nada, mais tranquilo que água de açude em dia sem vento, quando a Brigada Militar de Alegrete botou os olhos nele. Era só mais um dia de policiamento ostensivo, daqueles que os brigadianos fazem pra manter a querência segura, quando o vivente caiu nas malhas da lei. A gurizada da brigada, sempre de olho mais atento que gato em beira de fogão, seguiu o protocolo e foi conferir a situação do tal cidadão.
O sistema não falha: o laço da justiça
Quando os milicos consultaram o sistema do Conselho Nacional de Justiça, mais ligeiro que cavalo crioulo em carreira de cancha reta, descobriram que o homem carregava nas costas um mandado de prisão preventiva. O documento tinha sido expedido pela Vara Criminal de Alegrete, por causa de um entrevero que resultou em lesão corporal, aquele crime previsto no artigo 129 do Código Penal. O vivente ficou mais pálido que fantasma em noite de cerração quando soube que tinha a justiça no seu encalço! Foi então que os brigadianos, com a educação de quem foi criado em casa de gente de bem, informaram o sujeito sobre o mandado e lhe deram voz de prisão, mais firme que estaca de galpão novo.
De consulta a cela: o caminho da justiça
Depois do flagrante, mais organizado que prateleira de armazém, o homem foi levado primeiro pra UPA de Alegrete, pra uma avaliação médica – afinal, saúde é o que não se nega nem pro mais empacado dos viventes. Após o doutor dar o aval, o bagual foi tropeado até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, onde o registro da ocorrência foi feito com a capricho de quem borda pano de prato pra feira. Na DPPA, todas as providências foram tomadas conforme manda o figurino da lei. Como diz o ditado da campanha: ‘Quem deve, um dia paga – nem que seja na hora que menos espera!’
A Brigada Militar segue firme no propósito de manter Alegrete mais segura que chaleira em mão de campeiro experiente. Essas ações de verificação de mandados pendentes são parte da lida diária dos brigadianos, que não descansam enquanto não garantirem a tranquilidade da nossa comunidade. No fim das contas, é como sempre diz o gaúcho de palavra: justiça pode demorar, mas quando chega, vem com a força de um minuano de inverno!
Compartilha essa prosa pro compadre que vive dizendo que a justiça não funciona em Alegrete! Mostra que por aqui, quem deve não se esconde!









