O entrevero que estarreceu a querência
Buenas, vivente! Desses causos que fazem o chimarrão esfriar na cuia e o coração gelar no peito. A gurizada de Alegrete anda comentando pelas esquinas sobre o que pode ser o crime mais bárbaro já ocorrido em nosso pago: o assassinato de Eduarda Carvalho dos Santos, prenda de apenas 21 janeiros, que teve sua vida ceifada com a brutalidade de 127 golpes de faca. O troço foi mais arrepiante que assombração em noite de cerração, barbaridade tchê! O principal suspeito? Lucas Ribeiro Padilha, de 28 anos, conhecido pela alcunha de ‘Nego’, que andava mais sumido que agulha em palheiro desde quinta-feira passada (31), quando o crime aconteceu lá nas bandas do bairro Tancredo Neves.
A campereada atrás do foragido
A Brigada Militar, daquelas que não deixa rastro sem conferir, tocou uma campereada das grandes pelos rincões do município. E não é que a Patrulha Rural, mais atenta que cusco em dia de carneada, acabou localizando o tal ‘Nego’ lá pelos campos do distrito de Passo Novo, na tarde deste domingo (3)? Segundo a prenda delegada Fernanda Mendonça, da 1ª Delegacia de Polícia de Alegrete, o vivente já estava com o nome riscado no caderno das autoridades desde sexta-feira (1), quando a Justiça, mais ligeira que vento minuano, decretou sua prisão temporária. Mas o homem, mais brabo que touro em tarde de marcação, não quis se entregar de mãos lavadas. Na hora da abordagem, avançou nos milicos com uma faca, fazendo um entrevero dos grandes! Os brigadianos tentaram aquietar o sujeito com taser, mas o gaudério estava mais resistente que palanque em banhado. Foi preciso um tiro certeiro na perna pra fazer o bagual se aquietar.
As marcas de uma tragédia anunciada
O Instituto-Geral de Perícias revelou um cenário que faz qualquer vivente endurecer o coração: o corpo da jovem Eduarda apresentava 127 perfurações de faca espalhadas por todo o corpo, mostrando uma violência mais desmedida que enchente em tempo de São Miguel. A tragédia aconteceu na casa onde o casal vivia, e agora a Polícia Civil segue no rastro de mais informações, ouvindo parentes e conhecidos para entender como chegamos a tamanha barbaridade. A mãe do acusado revelou que o filho carrega na garupa problemas de cabeça desde guri, tendo até frequentado a APAE em tempos de criança. Largou os remédios faz tempo e se bandeiou pro lado das drogas, deixando o juízo mais perdido que gringo em fandango. Mas isso, vivente, não justifica ato tão desumano como o que tirou a vida dessa prenda.
Este caso, mais triste que galpão sem fogo, escancara a realidade da violência contra a mulher que ainda assombra nosso pago. A Polícia Civil já declarou que vai seguir firme, como tropa em desfile de Sete de Setembro, no combate a esses crimes bárbaros. Enquanto isso, Alegrete chora por Eduarda e reflete sobre como proteger nossas prendas. Porque nessas terras de homens e mulheres fortes, a justiça precisa galopar mais ligeira que a violência.
Compartilha esse causo com aquele vivente que ainda não acredita na gravidade da violência contra a mulher! Quanto mais gente souber, mais chance temos de evitar que outras prendas tenham o mesmo destino que Eduarda.









