Comitiva Alegretense Cruza os Pagos
Buenas, vivente! Mais cedo que galo em dia de rodeio, nesta sexta-feira (15), os guris e prendas do 19° Núcleo Cpers de Alegrete já estavam aprumados e de garupa pronta pra se bandear até a capital. Não é que nossos professores, mais aguerridos que cusco em dia de trovoada, resolveram mostrar que alegretense quando decide fazer um entrevero, não faz pela metade? O destino era certo: as ruas de Porto Alegre, onde um batalhão de servidores estaduais se reuniu num Ato Público Unificado mais organizado que formigueiro em dia de festa.
A Peleia por Direitos na Terra dos Pampas
Ora, o tropeio até Porto Alegre não foi à toa! Os viventes do funcionalismo público estão mais apertados que bombacha em dia de chuva, com o bolso mais vazio que cuia sem erva. Wanderley Dpaula, um dos tropeiros que representa o núcleo alegretense, foi direto ao ponto como ponta de faca: ‘A reposição salarial de 12,14% é mais urgente que água em tempo de seca. E o IPE Saúde? Bah, tchê! Tá pior que cavalo sem rédea – um serviço que nós mesmos pagamos e que não funciona direito’. Os servidores estão reclamando seus direitos com a força de um minuano de inverno, tentando fazer o governador Eduardo Leite (PSD) acordar para as necessidades da categoria.
De Tropel em Tropel, a Mobilização Avança
Mas esse movimento não nasceu de porteira aberta! Desde maio, a Frente dos Servidores Públicos do RS (FSP/RS) vem juntando os peões e prendas de todas as categorias, numa união mais forte que nó de laço bem dado. O primeiro grande rodeio foi na Capital, onde três mil almas se reuniram, mostrando que a paciência dos servidores com o governo Leite tá mais curta que rabo de cotia. De lá pra cá, a cavalgada seguiu firme por Santo Ângelo, Passo Fundo, Pelotas e Santa Maria, com a gurizada mostrando que servidor unido é mais forte que touro de rodeio. E agora, de volta à Capital, os guerreiros da educação de Alegrete se juntam aos companheiros pra fazer um barulho maior que trovoada de verão em frente ao Piratini.
No final das contas, essa mobilização mostra que o povo da fronteira oeste sabe que direito não se ganha de presente – se conquista na luta, como diria o velho ditado campeiro: ‘Quem não berra não mama’. Os alegretenses do Cpers provam, mais uma vez, que distância não é problema quando o assunto é defender o que é justo para toda a categoria e para o povo gaúcho que depende de serviços públicos de qualidade.
Compartilha esse causo com aquele professor guerreiro que tu conhece – pra ele saber que os colegas de Alegrete estão firmes na peleia até em Porto Alegre!









