MAS BAH, QUE HISTÓRIA GAÚCHA!
Mas bah, vivente! Desde que a Lei nº 11.716 foi aprovada em 2008, temos um dia especial pra celebrar aqueles que, de sol a sol, cuidam da nossa fauna campeira. É a tal história de manejar, alimentar e zelar pelos bichos que nos sustentam, seja na avicultura, bovinocultura, ou mesmo na suinocultura e ovinocultura. Em outras palavras, é mais do que criar gado, é manter viva a tradição do nosso pago.
OS NÚMEROS NÃO MENTEM!
No reino da economia gaúcha, a pecuária reina firme! Por mais quieto que pareça, o trabalho desses viventes representa 38% do valor bruto da produção agropecuária, totalizando um robusto R$ 98,2 bilhões. Soma-se a isso o fato de que o setor é responsável por um espantoso 76% das exportações do Rio Grande do Sul. Entre as proezas, estão os U$ 580,1 milhões da exportação de carne, couro e pele de bovinos e os grandiosos U$ 1,45 bilhão da avicultura. É como dizem, “mais firme que palanque em banhado”!
PROTAGONISMO ENTRE OS JOVENS!
E nesse embalo, o papel dos guris e gurias do campo gaúcho não pode ser esquecido. Esses jovens prometem preservar a essência do campo e ainda trazem inovação, conectando tradição com tecnologia. Comemorado em 15 de julho, o Dia da Juventude Rural é um sopro de esperança de que o empreendedorismo rural vai além de uma simples herança, é um verdadeiro futuro promissor. Em tempos onde a juventude é mais ágil que vento minuano, essa renovação é a garantia de que o campo segue forte e pujante.
Esse Dia do Pecuarista nos lembra da importância de cada peão e prenda que coloca a mão no arado e cuida da nossa querência com carinho. É através deles que a economia do Alegrete e do Rio Grande do Sul se mantém firme, passando as tradições de geração em geração, enquanto também olhamos para o futuro com olhos de esperança.
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