Das Caixas Troteadoras aos Parceiros de Lida
Mas bah, tchê! Se um antigo vivente da fronteira oeste pudesse ver o que chamamos de computador hoje, ficaria mais abismado que cusco em dia de trovoada! Nos primeiros tempos, lá pela segunda metade do século XX, aquelas máquinas eram uns ‘bagunceiros’ do tamanho de um galpão inteiro, que nem um CTG em dia de fandango. Só empresas grandes e governo tinham essas tronqueiras chamadas mainframes, mais caras que cavalo de raça premiado! Depois vieram os minicomputadores, menos pesados nas guaiacas, mas ainda assim, era preciso ser graúdo pra ter um. Mas como diz o ditado campeiro: ‘água mole em pedra dura, tanto bate até que apura’. E apurou mesmo, tchê!
O Microchip que Revolucionou o Rodeio Digital
A virada de jogo chegou com os microprocessadores nos anos 70 – foi como quando o guri aprendeu a domar o primeiro potro! Os computadores pessoais começaram a aparecer baseados nos chips Intel 8080 e 8086, abrindo porteira pra qualquer vivente ter seu próprio engenho digital em casa. Nos anos 80 e 90, esses aparelhos viraram mais populares que cuia de chimarrão em roda de amigos! Com os sistemas operacionais cheios de desenhos, placas pra mostrar imagens coloridas e aqueles modems que faziam um barulho mais esquisito que porco em dia de banho, até os mais campeiros puderam entrar na dança. Aí nos anos 2000, surgiu o tal do computador i5, um companheiro mais fiel que cachorro de tropeiro – um bagual tecnológico que até hoje segue firme como palanque em campo seco, sendo bom e não muito pesado no bolso.
Do Galpão pra Palma da Mão
E foi aí que a tecnologia começou a encolher mais que bombacha em lavagem quente! Os notebooks vieram pra competir com os computadores de mesa, mais leves que mala de andante e com baterias que duravam mais que prosa de velho em domingo de chuva. Depois vieram os tablets e esses tal de 2-em-1, mais versáteis que gaudério em dia de lida. Com a internet chegando mais ligeira que cavalo em disparada, essas maquininhas viraram janelas pro mundo todo! A computação foi além do escritório e passou a acompanhar o vivente por todo lado, como parceiro de lida diária. Daí veio a tal da nuvem, tchê! Uma revolução mais impactante que geada fora de época – não precisava mais ter aquele trambolho todo em casa, os dados ficavam guardados em servidores longe daqui, como gado em campo arrendado! A gurizada de hoje nem imagina como era ter que carregar aqueles disquetes mais frágeis que gelo em dia de verão.
De máquinas do tamanho de um galpão a chips mais pequenos que unha de passarinho, os computadores transformaram nossa querência e o jeito do alegretense viver, trabalhar e se comunicar. Hoje, enquanto a inteligência artificial avança mais rápido que enchente no Ibirapuitã e a computação quântica promete resolver problemas mais complicados que nó de laço em rodeio, nossa comunidade se prepara para o que vem por aí. Esses aparelhinhos deixaram de ser luxo para virarem companheiros mais presentes que o mate nas manhãs frias da fronteira. E como bons gaúchos que somos, seguimos atentos às mudanças, prontos pra galopar junto com a tecnologia, sem perder nossas raízes e tradições. Porque o progresso, tchê, é como cavalo xucro: se não acompanhar, fica pra trás!
Compartilha esse causo com aquele tio veterano que ainda diz que computador é coisa do diabo e que no tempo dele bastava lápis e papel! Manda no grupo da família e vamos ver quem lembra do primeiro computador que entrou no pago de vocês!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/a-evolucao-dos-computadores-ao-longo-das-decadas/









