Home / Notícias / O DRAMA DO REMÉDIO NOVO: Quando o farmacêutico gaúcho vira ‘Frankenstein’ de suas PRÓPRIAS criações

O DRAMA DO REMÉDIO NOVO: Quando o farmacêutico gaúcho vira ‘Frankenstein’ de suas PRÓPRIAS criações

Lá nas terras de Alegrete, um conterrâneo entendido das ciências compartilha reflexão mais profunda que raiz de angico sobre a responsabilidade na criação de novos medicamentos





A invenção que pode virar bicho

Buenas, vivente! Já dizia meu finado avô que ‘não é qualquer um que pode mexer com as forças da natureza’. E parece que nosso conterrâneo Jucelino Medeiros Marques Junior, um gaudério mais estudado que professor de CTG, chegou à mesma conclusão. O homem, que carrega mais títulos que um campeão de Freio de Ouro, trouxe uma comparação mais pertinente que mate em manhã de geada: assim como o tal do Frankenstein da literatura criou um ser vivo e depois se apavorou com as consequências, os criadores de remédios novos também podem acabar criando seus próprios ‘monstros’ sem querer.

Os números que fazem tremer a bombacha

Mas olha só o que anda acontecendo por essas bandas da ciência, tchê! Em 2023, os homens da tal FDA – uma espécie de Sindicato Rural dos remédios lá dos Estados Unidos – aprovaram 55 medicamentos novos, uma quantia maior que propriedade de estancieiro. E o investimento? Mais assustador que assombração em noite de cerração: cada remédio novo custa em média 2,2 bilhões de dólares pra ser criado! É dinheiro que daria pra comprar meio Rio Grande, barbaridade! Mas como diz o ditado campeiro: ‘Não adianta ter o melhor cavalo se não souber onde galopar’.

A responsabilidade maior que carga de carreta

O nosso patrício Jucelino, farmacêutico registrado no CRF com o número 16567, mais preparado que tropeiro para tempestade, nos lembra que criar o remédio é só o começo da lida. Depois vem o trabalho pesado: garantir que o troço não vai fazer mal, que vai chegar a quem precisa e que não vai custar mais caro que boi premiado. É como domar um potro xucro – não basta ter coragem, tem que ter técnica e responsabilidade! A inovação sem ética pode ser mais perigosa que touro bravo em festa de rodeio. Como diria qualquer velho sábio lá dos pagos de Alegrete: ‘Não adianta ter a faca mais afiada se não souber a hora de guardar na bainha’.

Por esses campos de Alegrete, onde a ciência e a tradição galopam lado a lado, a lição do nosso conterrâneo cai como chuva em janeiro: precisamos sim de avanços na medicina, mas com o mesmo cuidado que um ginete tem ao montar um cavalo selvagem. A evolução científica, assim como um bom churrasco, precisa do tempo certo e do respeito necessário. E nós, daqui do Notícias Alegrete, nos orgulhamos de ter filhos desta terra que pensam não só no progresso, mas também nas consequências dele para todos os viventes.

Compartilha essa reflexão com aquele amigo farmacêutico que é mais cuidadoso que domador com potro novo! A sabedoria desse gaudério merece correr por todo o pago!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/quando-o-criador-cientifico-vive-o-seu-proprio-frankenstein/


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *