Do chimarrão à fórmula perfeita
Buenas, vivente! Assim como um bom mate não se faz sem a cuia certa e a água na temperatura ideal, a indústria de cosméticos não se sustenta sem qualidade e conformidade. É nessa prosa que vamos conhecer a trajetória de Márcia Regina Leite de Carvalho, uma engenheira de alimentos mais dedicada que peão em véspera de rodeio, que saiu do Brasil pra mostrar o valor do trabalho bem feito lá nas terras do Tio Sam. A china, que é graduada pela USP, tem mais de uma década campereando nas áreas de qualidade e conformidade nas indústrias farmacêutica e de cosméticos, e agora trouxe sua expertise para os Estados Unidos, onde lidera uma equipe de qualidade numa das maiores operações do setor.
Cusco velho conhece o terreno
Mas bah, tchê! O mercado de cosméticos tá crescendo mais ligeiro que potro em campo aberto! Segundo os dados mais fresquinhos, o setor cresceu quase 3% em escala mundial e movimentou mais de US$ 670 milhões em 2024. Só o segmento masculino rendeu cerca de US$ 80 milhões, enquanto a China, aquele gigante do Oriente, foi responsável por aproximadamente US$ 150 milhões. No Brasil, nosso pago querido, o investimento no setor produtivo aumentou quase 7%, conforme pesquisa de instituto econômico. É muito dinheiro rodando, e com isso, as exigências também aumentam mais que conta de luz em verão! Como diz a própria Márcia: ‘A principal lição e os benefícios estão relacionados à conformidade alcançada na execução de cada processo. Aspectos fundamentais como qualidade e transparência passam a prevalecer.’ É como no churrasco, vivente: não adianta ter a melhor carne se o fogo não estiver no ponto certo!
De olho no rastro do boiada
Mais atento que capataz em contagem de rebanho, o mercado vem seguindo os rastros da qualidade desde a década de 1960. Já não basta mais só produzir e distribuir. Agora, tudo é rastreado, desde a matéria-prima até o pós-venda, como um bom campeiro que conhece cada palmo de sua estância. Nos Estados Unidos, a coisa era mais relaxada que cusco em dia de domingo. Até 2022, o setor de cosméticos seguia uma lei de 1938, mais velha que rádio de pilha! Foi quando aprovaram a tal da MoCRA (Modernization of Cosmetics Regulation Act), a primeira grande atualização em mais de 80 anos. E é aí que nossa prenda Márcia entra firme como estaca em banhado: ‘Em relação à aplicação desses conceitos na indústria de cosméticos, buscar a satisfação do cliente significa necessariamente buscar segurança. A eficácia não vem sem um controle rigoroso de cada processo.’ Não é à toa que a vivente conquistou seu espaço, realizando auditorias internas e implementando programas de qualidade mundo afora, como quem doma potro xucro com maestria.
De Alegrete para o mundo, histórias como a de Márcia Regina mostram que o rigor e a dedicação que aprendemos nos pampas têm valor em qualquer rincão. Enquanto o mercado de cosméticos segue crescendo, nossa conterrânea carrega consigo os valores de sua terra: trabalho bem feito, honestidade e a busca incessante pela excelência. Como ela mesma conclui: ‘Minha paixão pela qualidade vai além da conformidade. Acredito que posso ajudar a transformar a qualidade em uma vantagem competiva, em um benefício maior para todos os consumidores’. É assim que se faz, gurizada! Qualidade é que nem o nosso chimarrão: não tem segredo, só precisa ser feito com cuidado e dedicação.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que trabalha com qualidade e sempre diz que as coisas precisam ser feitas com capricho!







