O martelo bateu mais forte que casco em cancha reta
Buenas, vivente! Lá pelas bandas do nosso querido Alegrete, um causo de posse de terreno acaba de ter um desfecho mais decisivo que sentença de capataz antigo. A juíza titular Fabiana Gallon, uma prenda de toga que não dá margem pra dúvida, decidiu que quem arrematou o imóvel no leilão tem direito de botar os pés na propriedade sem mais delongas. Mais clara que água de vertente, a decisão determinou a imissão de posse para o novo dono, que já tava de rédea curta esperando pra entrar no que é seu por direito.
Ocupante tentou resistir como guaxo em tempo de trovoada
O vivente que ainda ocupava o imóvel tentou se agarrar no local mais forte que carrapato em pelego novo, apresentando contestação na Justiça. Mas a doutora Fabiana não deu ouvidos pra choradeira e bateu o martelo considerando o pedido mais improcedente que cusco latindo pra lua. Na decisão, a magistrada deixou claro que os registros da arrematação já estão mais firmes que estaca de galpão no cartório competente, configurando um ato jurídico mais perfeito e irretratável que nó de tropeiro. Como dizem nas rodas de mate da praça, ‘papel passado é que nem marca de ferro em gado: não tem como apagar’.
Se não sair por bem, a lei mostra o caminho da porteira
Com a decisão mais firme que postura de ginete em domingo de rodeio, foi expedido um mandado judicial pra que um Oficial de Justiça faça a desocupação com a mesma determinação de capataz em dia de marcação. E se o vivente quiser fazer corpo duro, o documento já autoriza o apoio da Brigada Militar pra garantir que a ordem seja cumprida sem pealo nem sobressalto. A juíza, demonstrando prudência de quem conhece o temperamento da fronteira, explicou que a medida busca evitar incidentes e garantir que o novo proprietário possa, enfim, colocar suas tralhas na casa que comprou conforme manda a lei, tão certa quanto a doma respeitando o animal.
O processo, que envolve mais réus e instituições financeiras que tropilha em tempo de estiagem, vinha se arrastando há anos como carreta atolada em banhado. Agora, finalmente, chega a um desfecho importante com a ordem de retirada dos atuais ocupantes. Nos próximos dias, a Justiça de nossa querência deve dar andamento à execução da ordem, com possível escolta da Brigada, caso haja resistência. Em Alegrete, a lei pode até demorar como assado de domingo, mas chega na mesa na hora certa!
Compartilha esse causo com aquele amigo que vive dizendo que ‘a justiça tarda mas não falha’ – pra ver que em Alegrete, quando o martelo bate, o eco se escuta em todo o pago!









