Um entrevero que virou tragédia nas madrugadas alegretenses
Buenas, vivente! A justiça tropeou firme como potro em campo aberto na quinta-feira (9), quando o Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete bateu o martelo mais pesado que malho em ferraria. Um homem foi sentenciado a cumprir 12 anos de prisão pelo crime de homicídio simples, depois daquela madrugada de 7 de setembro de 2019 que ninguém esquece, quando o que era pra ser festejo virou velório. O juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, mais sério que capataz em dia de pago, comandou a lida jurídica que terminou com o mandado de prisão já saindo quentinho que nem chimarrão recém-servido. E o acusado? Nem deu as caras no julgamento, se bandeou pra longe como cusco em dia de trovoada.
Da briga ao fio da faca – o caminho sem volta
A história que se desenrolou naquela madrugada de Independência tem mais voltas que laço de campeiro experiente. Segundo conta a denúncia do Ministério Público, tudo começou com uma briga em frente a uma casa noturna da cidade, daquelas que junta mais gente que rodeio em final de semana. O entrevero envolveu uma ponta de viventes, mas teve um desfecho trágico quando o réu, mais determinado que touro em disparada, perseguiu o Peterson de Oliveira e, num golpe de faca certeiro como lançada de boleadeira, acertou o tórax do rapaz. O ferimento foi fatal, tchê – levou o vivente desta vida mais rápido que cavalo em campo aberto. O caso foi parar no colo do Tribunal do Júri, aquele que julga os crimes contra a vida, mais sérios que geada em plantação nova.
O veredito que trouxe justiça pra querência
Enquanto um dos acusados viu o sol nascer livre como pássaro em céu aberto – absolvido pela tese de legítima defesa própria e de terceiro, mais bem armada que laço de campeiro velho – o outro recebeu a sentença mais pesada que carreta em estrada de chão. São 12 anos em regime inicial fechado, com execução provisória imediata, o que significa que assim que as autoridades campeiarem o condenado, ele vai direto pra cadeia, sem escalas como viagem de carreteiro apressado. Os jurados, gente da nossa terra, pesaram cada prova como quem escolhe o melhor churrasco, e decidiram que justiça tinha que ser feita pela vida que se perdeu naquele setembro de 2019. Como diz o ditado por estas bandas: ‘Quem planta vento, colhe tempestade’ – e esse bagual agora vai ter tempo de sobra pra refletir sobre o que fez.
Em nossa Alegrete, onde cada fato tem uma história e cada história marca nossa comunidade, esse julgamento encerra um capítulo doloroso que começou há quase cinco anos. Enquanto a família de Peterson de Oliveira pode encontrar algum conforto na justiça que foi feita, a cidade segue aprendendo que brigas e facas nunca terminam em boa prosa. A decisão do Tribunal do Júri mostra que nossa querência, mesmo sendo terra de tradições e hospitalidade, não tolera quem desrespeita o bem mais precioso que temos: a vida de nossos viventes.
Compartilha esse causo com aquele amigo que diz que a justiça no interior demora mas não falha! Que sirva de alerta pros bagual que pensam em resolver desavenças na faca!









