O entrevero no balcão que virou causo na cidade
Buenas, vivente! Lá pelas bandas do centro da nossa querência, uma cena mais inusitada que gato tomando mate chamou atenção dos alegretenses. Uma prenda de 29 janeiros, que parecia estar só gazeando vitrines, acabou sendo flagrada com as mãos mais ligeiras que garfo em mesa de churrasco. Os funcionários do estabelecimento, de olhos mais atentos que capataz em dia de marcação, pegaram a moça no pulo enquanto ela encilhava na bolsa o que não lhe pertencia.
A bolsa misteriosa que guardava mais surpresas que baú de gaúcho velho
Quando a Brigada chegou, mais rápida que notícia em roda de chimarrão, os homens da lei abordaram a vivente que ficou mais acuada que novilho em mangueira estranha. Ao revistar os pertences da moça, os milicos se depararam com uma bolsa que parecia ter mais segredos que causo de galpão. Além do que tinha acabado de levar daquele estabelecimento, a prenda carregava outros objetos que, quando questionada sobre a procedência, ficou mais enrolada que bombacha em arame farpado. Era mercadoria que nem bombacha em varal – de todo tipo e tamanho!
O rastro que levou à verdade
Mais desconfiados que cusco em casa nova, os brigadianos saíram campeando pelas redondezas e descobriram que aqueles trens todos tinham sido surrupiados de vários estabelecimentos vizinhos. Os comerciantes, ao reconhecerem seus pertences, confirmaram o furto mais rápido que rodeio em dia de chuva. Como diz o ditado de nossa campanha: ‘Quem com o alheio se veste, na delegacia se despe’. E foi justamente o que aconteceu com a moça, que acabou sendo tropeada até a delegacia, onde o delegado registrou o ocorrido como furto simples. Depois de prestar seus esclarecimentos, a prenda foi liberada, saindo mais mansa que potro domado.
Em resumo, mais um caso que mostra que em nossa Alegrete, os olhos da comunidade estão sempre atentos. Os comerciantes se uniram e, com a chegada ligeira da Brigada, provaram que a segurança no nosso pago também depende da vigilância de cada um. Que sirva de lição para quem pensa que nossa gente baixa a guarda quando o assunto é proteger o que é seu por direito.
Compartilha esse causo com aquele amigo comerciante que vive de olho aberto nas suas mercadorias! A união faz a força no nosso Alegrete!









