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JUSTIÇA CAMPEIRA: Prenda é condenada a 20 ANOS por tentar abater policiais em Alegrete

Em caso que abalou nosso pago, mulher que disparou contra homens da lei recebeu sentença pesada como canga de boi no tribunal do júri





O Entrevero que Virou Caso de Justiça

Buenas, vivente! Lá se foi o martelo da justiça bater mais forte que casco de cavalo em cancha reta. Uma prenda de Alegrete, nossa querência amada, acaba de receber uma pena mais pesada que carreta em atoleiro: 20 anos de cadeia por tentar, junto do companheiro, mandar dois brigadianos pro outro lado do campo. Os jurados não tiveram dúvida, tchê – acolheram a denúncia do Ministério Público como quem aceita cuia de mate em roda de amigos, rejeitando com firmeza todas as teses da defesa, inclusive aquela que dizia que a acusada não batia bem das ideias.

Quando o Tiroteio Virou Tragédia

O causo aconteceu em janeiro deste ano, quando os homens da Brigada Militar tentaram abordar a dupla que estava mais assustada que gado em trovoada. O companheiro da prenda andava foragido da justiça, com mandado de prisão mais quente que brasa de churrasco. Foi então que o par resolveu abrir fogo contra os policiais, numa atitude mais insensata que cruzar campo alagado em noite sem lua. No entrevero de balas que se seguiu, um dos brigadianos foi atingido de raspão na cabeça – por um triz não virou estrelinha no céu. Já o segundo policial levou um projétil na coxa, ferimento que o deixou longe da farda por sete meses inteiros, tempo suficiente pra um cavalo manso virar xucro.

O Desfecho da Peleia Jurídica

O tribunal, presidido pelo juiz Rafael Echevarria Borba, mais firme que esteio de galpão, não teve dó nem piedade. A promotora Rochelle Jelinek defendeu a acusação com a garra de uma leoa cuidando dos filhotes, enquanto os advogados Cássio Villaverde, Anayara Pedroso e Tiago Battaglin tentaram, sem sucesso, livrar a prenda das grades. Vale lembrar que o companheiro dela já tinha sido sentenciado em fevereiro, pegando 29 anos de cadeia pelo mesmo delito – quase uma vida inteira olhando o mundo pelas grades, como touro brabo em mangueira de contenção. Como diria o velho ditado campeiro: ‘Quem planta vento, colhe tempestade’ – e essa tempestade agora vai durar duas décadas.

Essa sentença pesada mostra que nosso rincão alegretense não tolera violência contra quem protege a comunidade. Os brigadianos, que arriscam o couro todos os dias pra manter a ordem em nosso pago, merecem respeito e proteção. E a justiça, que às vezes parece lerda como boi de canga em dia de chuva, mostrou que tem passos firmes quando o assunto é grave. Que esse caso sirva de exemplo pra quem pensa em puxar gatilho contra a lei em nossa terra.

Compartilha esse causo com aquele amigo que vive dizendo que a justiça em Alegrete não funciona! Mostra pra ele que por aqui, quem mexe com os brigadianos acaba enfrentando a dureza da lei!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/mulher-e-condenada-a-20-anos-por-tentativa-de-homicidio-contra-policiais-em-alegrete/


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