Buenas, tchê! O caso que virou causo no quartel
Mas bah, tchê! O pago alegretense acordou com a notícia mais comentada que rodeio em fim de semana: um episódio de suposta agressão contra um soldado dentro do próprio 6º Regimento de Cavalaria Blindado, nosso tradicional quartel da cidade. Segundo as informações que chegaram mais ligeiro que vento minuano, o fato teria ocorrido no dia 7 de julho deste ano, deixando a comunidade militar mais agitada que formigueiro em dia de chuva. Como bem diz o ditado campeiro: ‘Notícia ruim corre mais que cavalo xucro em campo aberto’, e não demorou para que o comando precisasse se manifestar oficialmente.
A cavalgada da verdade e o grito de ordem
O comandante da unidade, Tenente-Coronel Carlos Artur Cestari Corrêa da Cunha, não ficou quieto que nem tatu em toca. Mais firme que palanque em terra seca, o oficial fez questão de soltar uma nota à imprensa garantindo que ‘não compactua, em nenhuma hipótese, com condutas que atentem contra a integridade física ou moral de seus integrantes’. É como diz o velho gaudério: ‘Em quartel de respeito, não se pisa em bombacha alheia’. O comando reafirmou o compromisso com a disciplina, o respeito e o cumprimento das leis, deixando claro que a farda verde-oliva não admite mancha de desrespeito.
A marcha das providências já começou
Enquanto a gurizada comenta nos corredores, as providências já estão trotando a galope. Todos os militares envolvidos no causo estão recebendo os tratamentos legais que a situação exige, mais organizados que formação de parada militar. Um dos envolvidos já foi encaminhado ao Hospital da Guarnição Militar de Alegrete e passará por nova inspeção médica no dia 13 de agosto, às 8h da matina, seguindo as Normas Técnicas Sobre Perícias Médicas no Exército. É como dizem na campanha: ‘Pra cada mal, um remédio; pra cada problema, uma solução’. O Inquérito Policial Militar foi instaurado logo no dia seguinte ao acontecido, mais rápido que laço em peão experiente, mas até agora os detalhes seguem guardados a sete chaves, como segredo de curandeiro.
Em resumo, viventes, o caso que mexeu com a tranquilidade do quartel segue sob investigação, mas a resposta do comando deixa claro que nossas instituições militares em Alegrete mantêm o respeito como bandeira. A comunidade alegretense, sempre atenta aos acontecimentos da cidade, aguarda os desdobramentos desse episódio que demonstra que mesmo nas instituições mais tradicionais, o respeito à integridade de cada um é valor inegociável em nosso pago.
Compartilha esse causo com aquele amigo que serviu no 6º RCB e sabe como funciona a vida na caserna alegretense!









