Um galopão rumo à modernidade
Buenas, vivente! A Santa Casa de Alegrete tá mais renovada que invernada depois da chuva! Nos últimos quatro anos, o hospital que cuida da saúde de mais de 450 mil pessoas da Fronteira Oeste recebeu a bagatela de R$ 15,6 milhões em recursos do governo do Estado, um investimento mais valioso que tropilha premiada. O dinheiro não ficou parado que nem água em açude – foi todo aplicado na modernização da estrutura, na compra de equipamentos do tipo que médico fica babando que nem cusco em carneada, e na construção de espaços novos que estão mais bonitos que praça em dia de domingo. O resultado? Um atendimento mais ligeiro que potro em campo aberto, diagnósticos mais rápidos que cavalo em cancha reta e um aumento da capacidade que faz a diferença na vida de cada guri, prenda ou peão que precisa de cuidados.
De equipamentos a leitos: um pulo de qualidade que ninguém esperava
Desde 2021, a Santa Casa vem se transformando mais que um potrilho que vira cavalo de guerra! O centro cirúrgico ganhou equipamentos novos, a UCI neonatal também, e a UTI adulto aumentou de 8 para 10 leitos – um crescimento que faz diferença maior que chuva em tempo de seca! Mas não para por aí, tchê! Inauguraram um ambulatório especial pras gestantes de alto risco e – preste atenção nessa parte – uma casa de acolhimento pras mães que têm seus gurizinhos internados na UTI neonatal. ‘Essa casa foi pensada com muito carinho’, conta a assistente social Tânia Zinelli. ‘Muitas dessas mães, quando vinham, não tinham onde ficar. Algumas ficavam no albergue, mas hoje elas podem ficar aqui conosco, sem custos e recebendo o carinho, a atenção e o acompanhamento psicológico necessários’. Algumas chegam a ficar até 90 dias acompanhando seus bebês – um tempo mais longo que espera de chuva em janeiro!
Histórias que fazem o coração galopar de emoção
Mas bah, tchê! Se tu pensa que é só prédio bonito e máquina moderna, te digo que o coração dessa história tá nas pessoas salvas! A Daiane Rocha de Almeida, mãe do pequeno Martin que nasceu prematuro, com 27 semanas, passou por angústia maior que travessia de arroio cheio. ‘Foram momentos bem difíceis. Ele era o paciente mais grave naquele momento’, conta ela com a voz embargada como quem relembra temporal. Mas graças à dedicação da equipe, o guri se recuperou! ‘A médica e toda a equipe foram pessoas extraordinárias. Não tenho nem palavras para descrever a estrutura da UTI e do hospital’, agradece a prenda, com gratidão mais firme que nó de laço bem dado. A doutora Marilene Campagnolo, que trabalha na UTI Neonatal como quem cuida da própria prole, explica: ‘Por meio desse trabalho, conseguimos uma redução importante na mortalidade infantil’. E a Ingrid Suetti? Essa passou por aperto maior que bota em pé pequeno! Com problemas respiratórios graves, ficou 23 dias em coma e enfrentou duas paradas cardíacas. ‘A equipe agiu sempre de forma muito ágil. Eu não tenho nem palavras para agradecer’, conta a guerreira, hoje mais forte que tronco de angico!
A Santa Casa de Alegrete virou um marco pra Fronteira Oeste, mostrando que hospital de interior pode ter qualidade de capital. E tudo isso graças ao Programa Avançar Mais na Saúde, parte do Plano Rio Grande liderado pelo governador Eduardo Leite. Como disse o provedor Roberto Segabinazzi: ‘Os recursos resultaram em uma Santa Casa moderna, eficiente e acolhedora e estão dando os frutos que são esperados pela comunidade’. E vem mais por aí: uma nova UTI adulto, uma unidade de saúde mental e um segundo aparelho de ressonância magnética estão no laço, prontos pra serem domados. É Alegrete mostrando que, quando se trata de cuidar do seu povo, não fica pra trás de ninguém!
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