Mas bah! Um Patrulhamento que Virou História
Mas bah, vivente! Naquela madrugada fria do Alegrete em 2017, os policiais montados nas suas viaturas se bandearam até a Vila da Paz com a missão de reforçar o policiamento. Sob as estrelas que piscavam no céu, souberam do tal toque de recolher que a facção chamada “Bala na Cara” tentava impor. Era como um entrevero de campo, onde as regras da lida campeira precisavam de braço firme. E foi ali, no coração da noite, que a história começou a se desenrolar… Um confronto com os ariscos, barricada desenhada, e o galope dos acontecimentos acelerando sem freio.
O Clímax: Justiça ou Castigo?
Durante a 3ª Reunião Ordinária do Tribunal do Júri, que mais parecia um verdadeiro duelo de prosas entre defensores e acusação, cada palavra era arremessada como adaga. No entanto, com a presença memorável do juiz Marco Luciano Wächter e os causídicos de defesa, Márcio de Matos Barcelos e sua comitiva, a tese do Ministério Público não encontrou campo fértil. Viventes Garcia e Bravo, antes entrelaçados nas cordas da justiça, viram a liberdade ganhando forma depois de longa peleja. Um júri que evocava mais tensão que baile em CTG tombado.
A Resolução: Acordo de Paz na Justiça
No final daquele dia de palavras e decisões, veio a sentença como brisa de paz no fronte da querência, absolvendo os viventes acusados. Com a decisão do Conselho de Sentença, foi declarada a liberdade de Eduardo Garcia da Silva e Timóteo Jeremias Cappa Bravo, gritando um ‘mas bah’ de alívio. Afinal, como diz o ditado lá de nossas bandas: ‘Justiça tarda, mas quando vem, é firme como palanque em banhado.’
Com essa decisão do tribunal, Alegrete solta um suspiro de expectativa, lembrando que a justiça tem seu tempo, mas preserva a querência unida e forte. Em tempos que tudo parece se perder no horizonte, é bom saber que algumas resoluções ainda podem vir de forma justa e verdadeira, como o entardecer sobre o pampa.
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