O CHIMARRÃO E O CELULAR: QUEM DOMINA?
Mas bah, tchê! Quem diria que aquele acessório de luxo se tornaria tão comum quanto o bom e velho mate na nossa rotina? A tal nomofobia, que mais parece medo de chimarrão frio em manhã de inverno, traz um problema sério. Pelas praças de Alegrete, o vivente pode ver, em cada banco ocupado, aquele brilho de tela mais presente que cusco em volta de churrasqueira.
A ISCA DOS ALGORITMOS: FICHA OU CELULAR?
Os algoritmos dessas tais redes sociais são mais traiçoeiros que rio em dia de enchente! Eles fisgam o usuário com promessas de recompensa rápida, como o pescador experiente fisga a traíra. Tal qual em um CTG em festa, as notifcações e curtidas fazem os viventes rodopiarem de tanta atenção, e não é raro ouvir de um guri ou uma prenda que passa mais tempo no celular que na prosa com os amigos.
A ESPERANÇA QUE DESPERTA COMO AURORA
Mas nem tudo tá perdido, tchê! Às vezes, a resposta tá nas coisas simples: um pôr-do-sol no horizonte do nosso Alegrete, o aroma de um café fresquinho no ar… Para os viventes que querem se livrar dessa bombacha tecnológica apertada, a saída é fazer como o bom gaúcho: usar com consciência, respeitando o tempo e o espaço das relações cara a cara.
Em resumo, vivente, o controle desse aparato é que nem laçar boi brabo: precisa de jeito e determinação. Em Alegrete, como qualquer parte do nosso pago, a chave pode estar em redescobrir os prazeres fora da tela e fortalecer os laços reais que nos unem.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que não larga o celular nem na hora do churrasco!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/pat-comportamento-vicio-em-celular-ja-perdemos-o-controle/









