Chamamento na porteira da tradição
Buenas, vivente! A notícia vem galopando mais ligeira que vento minuano pelos campos de Alegrete. O CTG Farroupilha, uma das mais queridas entidades tradicionalistas do nosso pago, está convocando os associados para uma Assembleia Geral Ordinária que promete ser mais importante que prova de laço em domingo de rodeio. O Patrão Giovane Moraes, firme como palanque em terra seca, bateu o martelo e convocou os pilares da tradição para se reunirem no dia 19 de dezembro de 2025, num encontro que promete esquentar mais que água de chimarrão em manhã de geada.
Os tentos e horários do grande encontro
A prosa está marcada para o salão social do CTG, aquele mesmo onde já se formaram tantas rodas de causos e chimarrão. O relógio vai marcar 19h30 na primeira chamada, esperando juntar pelo menos um terço dos sócios aptos a votar – mais ou menos como reunir a tropa dispersa no campo antes do entardecer. Mas se a gurizada andar mais vagarosa que carreta em estrada de chão, tem segunda chamada às 20h, quando a assembleia vai começar com qualquer número de viventes presentes, conforme reza o artigo 13 do Estatuto Social da entidade, documento mais respeitado naquelas bandas que a palavra de homem.
A hora de decidir os rumos do galpão
Essa reunião é mais esperada que chuva em tempo de seca para os apaixonados pela tradição gaúcha em Alegrete. É nesse momento que os associados do Centro Farroupilha de Tradições Gaúchas vão poder botar o poncho na mesa e discutir os rumos da entidade. Embora a pauta específica não tenha sido detalhada, sabe-se que nas Assembleias Ordinárias são tratados temas fundamentais como prestação de contas, planejamento de atividades e, quem sabe, até mesmo a organização dos grandes eventos que fazem o coração de todo gaudério bater mais forte. Como diz o ditado campeiro: ‘Invernada bem comandada não teme tempestade nem estiagem’.
A participação nessa assembleia é mais importante que presença em mesa de carneada. É o momento em que cada associado pode contribuir com suas ideias para manter vivas as tradições que fazem de Alegrete um baluarte da cultura gaúcha na Fronteira Oeste. Quando o CTG chama, o verdadeiro gaudério responde presente, porque sabe que é na união das forças que se mantém acesa a chama do tradicionalismo.
Compartilha esse chamado com aquele amigo pilchado que não perde um evento no CTG, mas às vezes esquece de participar das decisões importantes da entidade!









