Dias de angústia na querência
Buenas, vivente! Os últimos dias foram de respiração presa em Alegrete, com a gurizada dormindo de olho aberto e as prendas da cidade com o coração apertado que nem laço em rodeio. O homem que ceifou a vida de Eduarda dos Santos, de apenas 21 janeiros, com mais facadas que espinho em campo nativo, andava solto pelo pago, fazendo a comunidade viver mais assustada que gato em dia de banho. O vivente se bandava entre a zona urbana e a campanha, deixando um rastro de medo mais espalhado que gado em dia de trovoada.
A caçada na campanha
Mas bah, tchê! Os brigadianos não cruzaram os braços – partiram num rastreio mais determinado que cachorro de campeiro. Depois de buscas que pareciam não ter fim, como estrada em dia de cerração, eis que o povo do lugar – sempre de olhos atentos como cusco de estância – passou a informação que o bandido tinha sido visto nas bandas do Passo Novo. A Patrulha Rural da Brigada, mais ligeira que vento minuano, montou um cerco na região. Era domingo quando os homens da lei finalmente encararam o sujeito que tinha espalhado mais terror pelo município que enchente em janeiro.
O entrevero final
E não é que o bagual resolveu mostrar que tinha mais audácia que juízo? Quando os brigadianos chegaram pra dar voz de prisão, o homem puxou uma faca e avançou num policial mais rápido que arremate de leilão! Os milicos primeiro tentaram um disparo de taser, aquela arma que dá choque, mas o fulano seguiu firme como estaca em banhado. Diante da ameaça que não arredava pé, não houve outro jeito senão responder na mesma moeda – só que com projétil no lugar de lâmina. Um disparo certeiro na perna do sujeito finalizou a peleia, sem baixas do lado da lei. Depois, foi só encaminhar o criminoso pra UPA, com a Brigada garantindo que ele não escaparia mais fácil que fumaça em vendaval.
E assim, amigos, termina mais um capítulo triste da história de Eduarda, uma jovem mãe de três filhos que vendia doces pelas ruas de nossa Alegrete e teve a vida interrompida com brutal violência. O relacionamento do casal já era mais turbulento que rio em tempo de cheia, com histórico de conflitos e uso de drogas. Uma semana antes do crime, a Brigada chegou a ser chamada, mas a prenda não formalizou denúncia – destino que se repete em tantos casos pelo Rio Grande afora. Enquanto a Polícia Civil segue investigando todos os detalhes deste bárbaro feminicídio, a comunidade alegretense respira aliviada por saber que, graças à ação firme da Brigada Militar e à colaboração do povo daqui, o assassino não mais causa temor em nossas terras.
Compartilha essa notícia pros quatro cantos do pago – a segurança da nossa Alegrete depende de cada um estar sempre alerta como sentinela em noite de fronteira!









