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PILHAGEM FLORESTAL: Prenda da zona leste tem suas AZALÉIAS ARRANCADAS em plena luz do dia

De canteiro florido a terra nua: vivente de Alegrete registra a tristeza de ver seu esforço comunitário arrancado pela raiz na querência





A Prenda e as Flores da Esperança

Mas bah, tchê! Tem causo que deixa a gente mais desanimado que cavalo em dia de chuvarada grossa! Uma prenda da zona leste de Alegrete, dessas de mão boa pra lidar com a terra, resolveu embelezar a calçada em frente à sua casa com um canteirinho que era uma belezura de se ver. As azaléias, mais coloridas que bandeira de CTG em dia de festa, eram o xodó da moradora e o deleite de quem passava por ali. Mas nem todo vivente tem respeito pelo trabalho alheio, e o que nasceu como gesto de carinho com a querência acabou virando causo de indignação.

O Flagrante que Pegou o Larápio

A dona das flores, que prefere não mostrar o rosto mais do que gaúcho escondendo o mate em dia de trabalho, contou que não foi a primeira vez que suas plantas sumiram misteriosamente. ‘Na primeira vez, eu até relevei. Pensei que poderia ter sido por engano ou uma necessidade’, relatou a prenda, mais paciente que velho tomando chimarrão em tarde de domingo. Mas quando o fato se repetiu, a paciência acabou mais rápido que água de chaleira em fogo alto. A solução? Instalou uma câmera mais esperta que cusco guardando porteira e colocou uma placa dizendo ‘Você está sendo filmada’. Mesmo assim, o larápio, com coragem de touro em rodeio, simplesmente ignorou o aviso e arrancou as plantas sem cerimônia, tudo registradinho no flagrante.

A Resistência Florestal Alegretense

A história dessa prenda guerreira faz a gente pensar no ditado que diz: ‘Enquanto uns plantam flores, outros criam espinhos’. Mas nossa protagonista tem o coração mais firme que palanque de galpão antigo: ‘Eu não planto só para mim. Planto para todos. Para quem passa, para quem mora perto, para quem gosta de ver flores’, desabafou, com a sabedoria de quem entende que a querência é de todos, mas precisa ser cuidada por cada vivente. E mesmo com a tristeza estampada nos olhos, mais brilhantes que orvalho em manhã de geada, ela garante: ‘Vou plantar de novo. Mais uma vez. E quantas vezes for preciso. Porque acredito que o exemplo vale mais do que a decepção’. É assim, tchê, que se mostra o verdadeiro espírito alegretense!

O causo das flores arrancadas vai muito além de simples mudas perdidas – representa o embate diário entre quem semeia o bem e quem colhe sem plantar na nossa querida Alegrete. Enquanto alguns viventes se dedicam a embelezar cada cantinho do nosso pago, outros parecem determinados a arrancar não só as flores, mas também a esperança. Mas como bom povo da fronteira, sabemos que a persistência é mais forte que a decepção, e que cada muda replantada é um ato de resistência e amor pela nossa cidade.

Compartilha esse causo com aquele vizinho que se dedica a cuidar da calçada e deixar nossa Alegrete mais florida, tchê! A cidade agradece cada flor plantada com carinho!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/cumulo-da-decadencia-moral-moradora-da-zona-leste-denuncia-furto-de-pes-de-flores-em-frente-a-propria-casa/


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