Braço forte como o pampeiro
Buenas, vivente! Mais cedo que o sol nascente, os companheiros do Rotary Club Alegrete Sul já estavam de pé, prontos pra uma lida diferente. Das 9h às 17h, mais dispostos que tropeiro em dia de feira, os rotarianos se plantaram num mercado da cidade pra uma ação que vale mais que qualquer peso em ouro: arrecadar alimentos pros que mais precisam. Como quem prepara um bom churrasco, eles foram conversando com cada morador que passava, explicando a importância do Banco de Alimentos que, como um bom posteiro, se mantém firme no combate à fome em nossa querência.
Da prosa ao prato cheio
A gurizada do Rotary não só recebeu doações como aproveitou pra batear as novidades sobre o trabalho que fazem em Alegrete. O Banco de Alimentos, parceiro mais firme que esteio de galpão, nasceu da própria comunidade e segue na lida diária de levar sustento às famílias que andam mais apertadas que bombacha em dia de chuva, especialmente naquelas regiões onde a vida é mais difícil que domar potro xucro. É um trabalho de formiguinha, mas que faz diferença maior que um campo aberto no horizonte pampeiro, tchê!
O laço da solidariedade não se quebra
Pra quem quer ajudar, os caminhos estão mais abertos que porteira em dia de festa! As doações podem ser entregues direto na Central que fica na Loja Fighera Máquinas, lá na rua General Sampaio, 674, bem no coração da cidade. Também dá pra usar aqueles negócios modernos: telefone (55) 99956-6385, mandar uma prosa por e-mail no [email protected] ou até mesmo aquele tal de PIX pela chave do CNPJ 49768420/0001-01. É mais fácil que tomar mate em roda de amigos! O Rotary Club Alegrete Sul, que tem como capataz o companheiro José Maria Hernandes Leite, já tá na estrada desde 12 de novembro de 1969, e faz parte duma tropilha mundial que tem mais de 34 mil clubes espalhados por esse mundão de Deus, reunindo cerca de 1,3 milhão de companheiros. Quem quiser prosear mais sobre as lidas do grupo, é só dar um toque no (55) 99956-1964.
Mas bah, tchê! É em momentos como esse que a gente vê que Alegrete não é só a terra do Negrinho do Pastoreio e das histórias que correm soltas nos galpões. É terra de gente que se importa, que estende a mão como quem oferece um mate amargo num dia frio. Enquanto houver iniciativas como essa parceria entre o Rotary Sul e o Banco de Alimentos, a esperança vai seguir mais forte que a tradição do chimarrão em nossa querência. Afinal, como diz o velho ditado campeiro: ‘Quem reparte o pouco que tem, nunca fica sem nada’.
Compartilha esse causo com aquele compadre de coração grande que não nega um prato de comida a quem precisa! A solidariedade, como o mate, fica melhor quando passa de mão em mão!









