Home / Alegrete / ALEGRETE DESCOBRE o SEGREDO da FELICIDADE que veio lá do BUTÃO para o nosso pago!

ALEGRETE DESCOBRE o SEGREDO da FELICIDADE que veio lá do BUTÃO para o nosso pago!

Na querência do Parque Rui Ramos, gurizada e prendas provaram que ser feliz é mais que conceito de livro - é um tropeiraço de alegria coletiva que reuniu a indiada toda





Buenas! A prenda que trouxe a felicidade na garupa

Mas bah, tchê! Quem diria que o segredo da felicidade iria galopear até nossa querência? Pois foi isso mesmo que aconteceu quando a prenda Cosete, mais entusiasmada que potro em campo aberto, aportou em Alegrete trazendo na bagagem ensinamentos que fazem até gente sisuda sorrir de orelha a orelha. No dia 29, depois de já ter dado um giro pelas palestras da região deixando rastro de animação, ela estacionou sua tropilha de conhecimento no Parque Rui Ramos. Ali, rodeada pelos viventes da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, e pela gurizada das escolas urbanas e rurais, armou um verdadeiro fandango da alegria, com atividades que faziam qualquer um sentir o coração mais quentinho que braseiro em roda de chimarrão.

A corrida que valia mais que troféu de rodeio

E não é que rolou até uma disputa mais animada que bolicho em dia de pagamento? A ‘Corrida da Felicidade’ movimentou a indiada toda, com os gaudérios e prendas correndo como se o vento minuano estivesse no encalço. Mas quem mostrou que em matéria de ligeireza não tem pra ninguém foram os guris e gurias do Polo do Jacaquá, que cruzaram a linha de chegada na frente, mais velozes que cusco atrás de carneador. O prêmio? Não era uma fivela de prata nem um laço de couro, mas algo muito mais raro nestas bandas: um boné trazido pela Cosete diretamente do Butão – aquele país lá dos confins do mundo que, imagine só, tem um termômetro pra medir a felicidade do povo! Um troço mais diferente que gringo em rodeio, mas que, pelo jeito, funciona melhor que relógio de gaúcho!

alegretetudo-20250829-111055-20250829-111055-scaled-1

O mapa do tesouro da felicidade butanesa

A Cosete, que já campeou até pelos corredores da ONU e visitou o tal do Butão, passou a prosa contando como aquele povo lá faz pra ser feliz mesmo quando o tempo não ajuda. Os butaneses, mais organizados que gaveta de camisa de domingo, medem a felicidade por nove trilhas: cuidam da cabeça (porque a tristeza anda galopando por aí feito peste), do corpinho todo, estudam que nem guri em véspera de prova, tiram tempo pra prosear e descansar, fazem a comunidade mais unida que tropa em travessia de rio, respeitam as tradições (igualzinho a nós com nosso churrasco e chimarrão), zelam pela natureza como quem cuida da própria bombacha, e exigem governo mais reto que vara de marmelo. Depois dessa explicação, que deixou todo mundo de queixo caído, a Banda da Escola Honório Lemes deu um show mais harmonioso que gaiteiro bom em baile de sábado à noite, enquanto a Cosete assistia com os olhos mais brilhantes que estrela em noite de inverno.

E assim, no coração do pampa, Alegrete descobriu que a felicidade não é miragem de viajante cansado, mas algo que se constrói em comunidade, como um galpão erguido em mutirão. A lição que veio lá do Butão encontrou eco em nossa terra, provando que, mesmo separados por montanhas e oceanos, todos buscamos o mesmo: dias mais leves que pluma de quero-quero e sorrisos mais fartos que mesa em dia de festa. A visita de Cosete plantou semente boa em solo fértil – agora é esperar brotar felicidade em cada canto do nosso pago.

Compartilha esse causo com aquele amigo que vive dizendo que felicidade só existe em filme! Quem sabe ele não aprende que ser feliz é mais gaúcho do que tomar mate amargo!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/alegrete-prova-que-felicidade-nao-e-conceito-e-vivencia-coletiva/


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *