Buenas, que entrevero de orgulho e tradição!
Mas bah, tchê! A Praça Getúlio Vargas ficou mais apinhada que rodeio em dia de final no último desfile de 7 de setembro. Os viventes de Alegrete compareceram em peso nas arquibancadas, numa demonstração mais bonita que entardecer na fronteira. O sentimento de patriotismo tomou conta do evento como minuano em manhã de inverno, fazendo tremer bandeiras e encher os olhos de emoção. A cidade, que carrega no peito o orgulho de abrigar uma das maiores guarnições militares do Sul do país – com seis unidades e mais de dois mil fardados – mostrou que quando o assunto é respeito à pátria, o alegretense não fica em cima do muro.
Uma tropa mais organizada que fila de churrasco
O espetáculo começou quando o Tenente-Coronel Anderson Félix, comandante do 12º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado e da Guarnição Federal de Alegrete, pediu licença às autoridades para dar início à marcha. Daí pra frente, foi um desfile mais alinhado que cerca de estância nova! Passaram pela avenida os valorosos homens e mulheres da Brigada Militar, firmes como tronco de eucalipto; o pessoal do Comando Rodoviário, mais atento que cusco em porteira de estância; a PATRAM, zelando pela natureza do nosso pago; a Polícia Civil, com seus investigadores mais espertos que raposa em galinheiro; e a Guarda Municipal, cuidando do nosso pedaço de chão como quem cuida do próprio pátio.
Carros de combate e a gurizada de olho arregalado
A passagem das tropas a pé e motorizadas arrancou aplausos mais fortes que trovão em noite de verão. Mas quando os carros de combate e as viaturas militares começaram a cruzar a avenida, aí sim a coisa ficou interessante! A gurizada ficou com os olhos mais arregalados que potro novo em campo aberto, alguns até pulando de entusiasmo. Um guri de bombacha, de uns sete anos, virou pro pai e disparou: ‘Quando eu crescer, quero andar num desses, bah!’. A disciplina dos militares era tanta que impressionava até o mais calejado dos viventes, fazendo muitos familiares deixarem uma lágrima teimosa escapar, mais emocionados que trova em rádio no domingo de manhã.
Em resumo, o desfile cívico de Alegrete não foi apenas uma celebração da Independência, mas um testemunho vivo de como nossa comunidade mantém acesa a chama do patriotismo e do respeito às instituições que garantem nossa segurança. Nesta terra, onde a tradição gaúcha se mistura com o amor à pátria brasileira, cada passo marcado na avenida foi um lembrete de que somos parte de uma história maior. Os alegretenses saíram da praça com o peito estufado de orgulho, carregando um pedacinho dessa celebração dentro do coração, como quem guarda na memória uma boa prosa ao redor do fogo.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que se emociona ao ver a bandeira do Brasil tremulando ao vento! Que essa história corra os quatro cantos do pago como notícia boa que é!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/desfile-militar-em-alegrete-e-um-tributo-a-independencia-do-brasil/









