Das carreiras do barro às cátedras da ciência
Mas bah, tchê! Hoje, 13 de setembro, é Dia Mundial do Agrônomo, data mais importante que rodeio em final de semana! E não é pra menos – enquanto nós tomamos nosso mate na sombra, esses baguais da ciência campeira estão transformando cada palmo de chão em produção que alimenta meio mundo. O Engenheiro Agrônomo é aquele vivente que faz a mágica acontecer, metendo a mão na terra e a cabeça nos livros, pra garantir que da semente à colheita, tudo funcione mais afinado que gaita em CTG. No Brasil, a profissão também é festejada em 12 de outubro, como se um dia só não bastasse pra agradecer a quem faz nosso campo prosperar mais que potro em campo aberto.
Do canavial baiano às coxilhas gaúchas: a história que poucos conhecem
A história dessa profissão começou mais longe que china fugindo de compromisso! Foi lá por 1859, quando a cana-de-açúcar enfrentava uma crise braba, que surgiu o Imperial Instituto Baiano de Agricultura. Os viventes daquela época viram que precisavam de gente especializada pra resolver os problemas do campo, mais complicados que trama de novela mexicana. Em 1875, a primeira escola de Agronomia nasceu na Bahia, hoje parte da Universidade Federal do Recôncavo Baiano. Mas o que mais enche os olhos dos gaúchos é saber que a segunda escola do Brasil foi fundada em 1883 nas terras do Rio Grande do Sul, em Pelotas, cidade mais tradicional que churrasco de domingo! Agora, escute só esse causo: mesmo com as escolas funcionando a todo vapor, a profissão só foi reconhecida mesmo em 1933, 58 anos depois – mais demorado que gado atravessando banhado em dia de chuva!
Da engrenagem à bombacha: o que faz esse profissional
Esse vivente é mais versátil que canivete de campeiro! O símbolo da profissão é uma engrenagem formada por seis letras A (Associação, Agronomia, Agrônomo, Agricultura, Agropecuária e Agroindústria), mais bem pensado que estratégia de truco. E olha só que interessante: o primeiro símbolo, de 1946, tinha um arado dentro de uma engrenagem, misturando a engenharia com a agricultura numa união mais perfeita que chimia com pão caseiro. O profissional da Agronomia é aquele que entende do solo como quem lê as linhas da mão, que sabe de planta como pajador sabe de verso, e que cuida do gado como mãe cuida de filho. Ele trabalha desde o planejamento das safras até a comercialização dos produtos, passando pelo manejo do solo, pesquisas de campo e recuperação de áreas mais judiadas que poncho em temporal. Por isso que dizem: onde tem comida na mesa, tem a mão de um agrônomo por trás, mais certo que geada em junho!
Em resumo, gaudérios e prendas, o Engenheiro Agrônomo é aquele profissional que se forma em cinco anos de estudos pesados (da matemática à genética), mas que carrega uma vida inteira de aprendizado com a terra. É ele quem garante que Alegrete e toda nossa querência continuem sendo celeiro do mundo, produzindo alimento com técnica e respeito ao meio ambiente. Quando passar por uma lavoura de arroz verdejando, por um campo bem tratado ou por uma horta produtiva, lembre que ali tem a ciência e o suor de um agrônomo – mais valoroso para nossa terra que água em tempo de seca.
Compartilha esse causo com aquele amigo que trabalha na lida do campo ou com aquele guri que está pensando em seguir carreira na Agronomia! Os guardiões da nossa terra merecem esse reconhecimento mais que tropeiro merece um bom churrasco!









