Jacaquá debaixo d’água, mas de bombacha enxuta no coração
Buenas, meu povo! Quando o assunto é tradição, o alegretense não se dobra nem que o céu despenque em água! Foi assim no último dia 27, quando a comunidade do Jacaquá, mais determinada que cusco defendendo pátio, realizou seu Desfile Farroupilha mesmo com as nuvens chorando sem parar. A cavalgada, organizada pela Comissão dos Festejos Tradicionalistas da região, seguiu firme como palanque em banhado, trotando até a EMEB Costa Leite, onde um churrascão esperava os valentes que desafiaram a chuva. E pra deixar o momento ainda mais solene que juramento de prenda, o clarim do Paulinho Paiva ecoou pela campanha, fazendo até as gotas d’água pararem no ar pra escutar.
Da autoridade à pilcha, todos no mesmo laço
O prefeito Jesse Trindade, mais integrado que erva em bomba de chimarrão, marcou presença no evento do Jacaquá, galopando junto com os tradicionalistas. O homem ficou boquiaberto, tchê! ‘A comunidade mostrou um envolvimento de fazer qualquer CTG da cidade baixar as orelhas de admiração’, comentava entre os viventes, todo orgulhoso. Já no domingo (28), a festa se bandeou pro Mariano Pinto, onde os festejos de 2025 tiveram seu gran finale. De novo, o Jesse não arredou o pé, chegando acompanhado do vereador Cléo Trindade, que além de coordenar os Festejos, parecia mais feliz que guri com bota nova em dia de rodeio.
A tradição que abraça os rincões mais distantes
Mas o que chamou mesmo a atenção foi ver o vereador Leandro Meneghetti, pilchado dos pés à cabeça, desfilando como quem diz: ‘A tradição não pode ficar só no centro da cidade, tchê!’. O homem fez questão de destacar, com a voz mais firme que tropeada em campo duro, a importância dessas atividades nas comunidades do interior. ‘Essa é nossa forma de dizer pro vivente que mora longe que ele também é parte da festa, que a tradição corre nas veias de todo alegretense, não importa se mora a 5 ou 50 quilômetros da praça’, disparou o vereador. E assim, entre cavalos, churrasco e muito orgulho, Alegrete mostrou que setembro pode até acabar, mas o espírito farroupilha fica plantado no coração da gurizada o ano inteiro!
Mas bah, tchê! Esses festejos que começaram no início do mês e só foram esquentando, como fogo de chão em noite fria, mostram que Alegrete segue sendo um baluarte da tradição gaúcha. De uma ponta a outra do município, do Jacaquá ao Mariano Pinto, o povo mostrou que, pra manter viva a chama farroupilha, não tem tempo ruim nem distância que impeça. É o interior se unindo à cidade numa prova de que, em Alegrete, a tradição não é apenas um evento de calendário, mas um jeito de viver que se renova a cada geração.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que diz que não tem mais festa campeira de verdade! Mostra pra ele que em Alegrete, até na chuva, a tradição segue firme como guampa de touro!









