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MAIS DE 33 MILHÕES DE VIVENTES NA IDADE DA SABEDORIA: O desafio gaúcho de honrar nossos VELHINHO

Na querência de Alegrete, assim como em todo o Rio Grande, o cuidado com nossos idosos é uma prosa que precisa de mais atenção que cusco em dia de chuva





Os Guardiões da Tradição e seus Entreveros

Buenas, vivente! Se tem uma coisa que o gaúcho valoriza é o respeito pelos que já pastaram em mais campos que nós. Mas bah, tchê! O Brasil tá ficando de cabelo branco mais ligeiro que cavalo em cancha reta. Os números do IBGE não mentem: mais de 33 milhões de brasileiros já passaram dos 60 janeiros, praticamente dobrando esse contingente nas últimas duas décadas. É mais gente experiente que bombacha em desfile de 20 de setembro! E aqui no nosso pago alegretense, esses guardiões da tradição enfrentam desafios mais pesados que carreta em dia de chuva.

Do Câmbio à Peleia Diária: A Resistência dos Mais Vividos

Na nossa Alegrete, tem grupo de idosos que não se entrega ao tempo! Mais dispostos que gaiteiro em fandango, encontraram no jogo de câmbio seu jeito de manter o corpo e a cabeça ativos, provando que nem o vento minuano esfria a vontade de viver bem. Mas nem tudo são flores no campo. Como relata Vilma Siqueira, integrante do Conselho Municipal do Idoso, ainda existem casos de abandono e até de parentes que se aproveitam da aposentadoria dos velhinho – uma traição mais feia que bolacha molhada no mate. A Secretaria de Saúde e a Promoção Social tentam dar conta do recado, mas o desafio é grande como céu de pampa.

O Laço da Comunidade: O Que Podemos Fazer

As peleias enfrentadas pelos nossos coroas são de todo tipo: doenças crônicas mais persistentes que carrapato em pelo de cusco, declínio cognitivo, insuficiência na aposentadoria que não estica como laço de campeiro, e a solidão que dói mais que espinho de guavirova no pé descalço. O preconceito no mercado de trabalho, o idadismo, deixa muita gente experiente de lado, mais rejeitada que china em rodeio. Sem falar na falta de políticas públicas adequadas e no abandono familiar, que é traição mais doída que facada pelas costas. Como diz o ditado campeiro: ‘Quem não cuida dos mais velhos, perde a história do seu pago’.

A verdade, conterrâneo, é que o jeito como tratamos nossos idosos diz muito sobre quem somos como comunidade. Aqui em Alegrete, precisamos fortalecer nossa tradição de respeito aos mais vividos, porque eles carregam a memória do nosso pago. Denunciar os abusos, como orienta o Conselho Municipal do Idoso, é tão importante quanto criar espaços de convivência e políticas que garantam dignidade. Afinal, se Deus quiser, todos vamos chegar lá um dia, e queremos ser tratados com o mesmo respeito que um bom chimarrão: com tempo, cuidado e consideração.

Compartilha esse causo com aquele parente que tem vô ou vó precisando de atenção – nossos véio merecem mais carinho que o primeiro mate da manhã!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/dia-do-idoso-com-mais-de-33-milhoes-no-brasil-aumentam-os-desafios-para-atender-essa-faixa-etaria/


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