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REDADA NO CAMELÓDROMO: Prefeitura ‘DESARMOU AS BARRACAS’ e deixou viventes sem rumo – comerciantes SOFREM com mudança

Na querência do centro, camelôs de Alegrete encaram dias difíceis depois que a Prefeitura bateu o martelo e retirou bancas irregulares da Praça General Osório





O entrevero que sacudiu a praça

Buenas, vivente! A coisa ficou mais agitada que CTG em baile de aniversário lá no camelódromo de Alegrete. Dia 30 de setembro, a Prefeitura chegou com ordem de despejo mais firme que laço de peão experiente e fez uma operação pra retirar as bancas que andavam inativas e sem a papelada em dia. Passados oito dias dessa tropelia toda, a equipe do Notícias Alegrete foi camperear a situação do pago dos ambulantes, pra ver como anda o velho camelódromo da Praça General Osório, tradicional ponto de comércio da nossa terra.

Cinco foram-se embora, seis seguem interditadas

O saldo dessa peleia administrativa deixou cinco bancas completamente removidas, mais ligeiro que vento minuano. Mas a história não terminou aí, tchê! Do total de 11 que estavam marcadas pra interdição, outras seis seguem fechadas com os lacres da Prefeitura, mais trancadas que porteira em dia de tempestade. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo explicou que esses pontos não foram arrancados de vez pra não afetar a estrutura das bancas vizinhas – seria o mesmo que tirar um esteio do galpão sem escorar o telhado! Nessa operação, mercadorias que estavam largadas por dentro das estruturas foram apreendidas, indo parar no depósito da Prefeitura, conforme manda a lei dos costumes da cidade.

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Camelôs se queixam da queda no movimento

Quando batemos um papo com os gaudérios que trabalham nas 24 bancas que seguem funcionando, a prosa foi triste, tchê. Os representantes da Associação dos Camelôs contaram que o movimento caiu mais que boi em buraco desde que a Prefeitura fez a operação. ‘Tá mais parado que domingo de chuva’, lamentou um dos vendedores. E não é só isso: a remoção deixou problemas na fiação elétrica, com algumas bancas ficando às escuras quando cortaram a luz das inativas. Pra piorar a situação, os espaços vazios onde antes tinha comércio agora causam uma insegurança danada. ‘É como dormir com a porteira aberta’, comparou um dos comerciantes. Os viventes até gravaram um vídeo pra comunidade, pedindo que o povo não abandone o tradicional ponto de comércio, numa tentativa de salvar as vendas que andam magras que nem gado em seca.

Enquanto isso, o secretário Fernando Lucas avisa que os donos das mercadorias têm 30 dias, a contar da remoção, pra provar que são os legítimos proprietários e resgatar os produtos – isso se tiverem nota fiscal ou recibo, claro. As mercadorias em boas condições e com procedência comprovada podem até virar doação pra quem precisa. Já as que não tiverem documentação ou selo do INMETRO vão pro descarte sem direito a volta. A Prefeitura garante que seguiu todos os trâmites e notificou as bancas antes da ação, e promete: ‘Vamos realocar eles em um novo espaço nos próximos meses’, assegurou o secretário. A ver se essa promessa vai ser firme como palanque em chão duro ou se vai ser mais uma daquelas conversas de galpão que o vento leva.

Compartilha essa notícia com aquele compadre que sempre compra nas bancas do camelódromo – ele precisa saber o que anda acontecendo na nossa praça!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/camelos-bancas-retiradas-outras-interditadas-produtos-apreendidos-e-25-boxes-abertos/


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