Mais atrevido que galo em terreiro alheio
Buenas, vivente! Lá pelos lados de Uruguaiana, um professor resolveu se meter numa encrenca mais complicada que nó de gravata em dia de vento. A história começou no início de outubro, quando uma prenda jovem, estudante do ensino médio, registrou queixa depois de ser assediada pelo tal professor durante um evento da escola realizado num clube da cidade. A gurizada merece respeito, e a Justiça não titubeou: botou logo uma medida protetiva mais firme que esteio de galpão, determinando que o sujeito se mantivesse longe da guria e proibindo qualquer tipo de prosa entre os dois.
Desafiou a lei e agora paga o preço
Mas tchê, parece que o vivente pensou que a ordem judicial era que nem cerca de arame fraco, que dá pra pular sem consequência! Mesmo sabendo que não podia nem cruzar o olhar com a estudante, o homem se bandeou pra escola no dia 13 de outubro, mais atrevido que cusco em dia de feira. A jovem, mais esperta que raposa em noite de lua, logo que soube da presença do professor por perto, se abrigou num canto seguro e chamou a Brigada Militar. O sujeito, quando farejou que o bicho ia pegar, tratou de disparar mais ligeiro que vento minuano, antes mesmo da chegada da guarnição.
Da sala de aula para a cela
A autoridade policial, vendo que o professor era mais teimoso que burro empacado, não pensou duas vezes: representou pela prisão preventiva do indivíduo, que foi aceita mais rápido que chimarrão em roda de amigos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Uruguaiana. Na manhã desta quinta-feira, com o apoio da turma da DRACO, o mandado foi cumprido e o homem foi conduzido pro xilindró. Agora, o gaudério que não soube respeitar os limites vai ter tempo de sobra pra refletir, enquanto aprende que com a lei não se brinca. Como dizem os antigos aqui do pago: ‘Quem planta vento, colhe tempestade’.
Esta história que corre pelos campos da fronteira oeste nos lembra que a proteção das nossas prendas e da nossa comunidade não é assunto pra se levar de barriga. A Polícia Civil reafirma o compromisso com as gurias e mulheres da nossa terra, garantindo que a Lei Maria da Penha seja respeitada mais do que palavra de homem sério. Em Uruguaiana, Alegrete ou qualquer rincão do nosso Rio Grande, a mensagem é clara como água de vertente: medida protetiva é pra ser cumprida, e quem achar que pode driblar a Justiça vai acabar conhecendo o cheiro da cadeia.
Compartilha esse caso com aquele compadre que ainda pensa que lei é que nem cerca de fazenda – só vale se quiser respeitar! A gurizada precisa saber que a justiça funciona no nosso pago!









