Home / Notícias / LUTA pela VIDA: Alegretense voa de helicóptero para TERCEIRA chance de transplante

LUTA pela VIDA: Alegretense voa de helicóptero para TERCEIRA chance de transplante

Em uma corrida mais apressada que tropeiro em dia de rodeio, nossa conterrânea recebeu apoio até dos céus para chegar a tempo na capital





Um galope contra o relógio

Buenas, vivente! A história que vou te contar é mais emocionante que final de tiro de laço. Nossa conterrânea Claudete, que há mais de cinco anos enfrenta problemas renais e faz hemodiálise há um ano na Santa Casa de Alegrete, embarcou num entrevero contra o tempo que nem nas lidas mais brabas do campo se vê. Depois de receber a chamada para tentar, pela terceira vez, um transplante de rim, ela partiu de Alegrete num carro da Secretaria de Saúde, com a esperança mais acesa que fogo de churrasco em domingo de família.

Quando o céu virou aliado

Mas tchê, quando o comboio chegava perto de Cachoeira do Sul, veio o baque: o motorista, mais atento que capataz contando reses, percebeu que não chegariam a tempo em Porto Alegre. Foi aí que o pago mostrou a força da solidariedade gaúcha! Num lance mais rápido que cusco atrás de capivara, a Secretaria de Saúde acionou a PRF. O policial, de coração tão grande quanto o pampa, não pensou duas vezes e chamou o Grupamento Aéreo. Logo um helicóptero capaz de voar a 170 km/h – mais veloz que vento minuano em junho – já estava a caminho para buscar nossa guerreira. Em apenas 37 minutos de voo, tempo que nem leva para esquentar um bom chimarrão, Claudete já estava em Porto Alegre, direto para o Hospital Dom Vicente Scherer.

alegretetudo-paciente-tenta-transplante-de-rim-pela-terceira-vez-e-se-emociona-com-equipe-da-hemodialise-da-santa-casa-whatsapp-image-2025-10-25-at-20.44.47-1.jpeg

A peleia diária de quem não desiste

A história da nossa conterrânea é mais forte que guasca de couro cru. Mesmo depois de duas tentativas frustradas, ela segue firme como palanque em campo seco. ‘Mesmo com a mesma tipagem sanguínea, o rim não serviu para mim. Mas fiquei feliz, porque o rim foi para um rapaz que conseguiu fazer o transplante’, conta Claudete, com uma generosidade maior que o céu do pampa. As doutoras Ruth Dias de Ávila e Rosangela Munhoz Montenegro, mais sábias que velho tropeiro, explicam que só 20% a 30% dos pacientes renais conseguem realizar o transplante. Na Clínica de Hemodiálise da Santa Casa, cerca de 80 pacientes encaram uma rotina mais pesada que bolsa de charque: quatro horas por sessão, com o sangue sendo filtrado por máquinas que fazem o trabalho dos rins.

Enquanto Claudete aguarda, internada na capital, para saber se dessa vez o transplante será possível, Alegrete inteiro torce junto, unidos como uma roda de chimarrão em tarde fria. Os médicos de nossa terra – Dra. Ruth, Dra. Rosangela e Dr. Pedro – junto com toda a equipe da Santa Casa, fazem um alerta que vale mais que onça em banhado: cuide dos rins comendo comida de verdade, bebendo água e evitando alimentos processados. Porque como diz o ditado da campanha: ‘Doença renal não tem idade nem sexo, mas prevenção tem endereço certo: nos nossos hábitos diários’. A história de Claudete é um exemplo de que, em nossa querência, a esperança galopa mais ligeiro que cavalo em campo aberto.

Compartilha esse causo com aquele amigo que precisa valorizar a saúde tanto quanto um gaúcho valoriza um bom mate! Que essa história de garra alegretense corra mais que notícia em grupo de WhatsApp!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/corrida-contra-o-tempo-alegretense-e-levada-de-helicoptero-para-tentar-pela-terceira-vez-transplante-em-porto-alegre/


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *