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RODEIO DE VAGAS: Emprego formal DÁ GALOPE PRA TRÁS em Alegrete enquanto estado segue PILCHADO de contratações!

Na querência alegretense, o mês de setembro trouxe um entrevero nos números do trabalho, com indústria e comércio baixando a cabeça enquanto o Rio Grande segue firme no laço das contratações





O Redomão das Contratações Deu Passo em Falso

Buenas, vivente! Lá se foi setembro feito cusco arisco, deixando um rastro de preocupação pros gaudérios de Alegrete. O Caged – aquele documento mais oficial que juiz de rodeio – mostrou que nossa querência perdeu 34 vagas de emprego no mês passado, um tombo mais doído que queda de cavalo xucro. Foi o ministro Luiz Marinho quem trouxe a notícia na última quinta (30), deixando a comunidade com cara de quem tomou mate frio. Depois de um agosto gordo como novilho premiado, com 98 empregos novos nascendo feito terneiro na primavera, setembro apareceu mais magrelo que cavalo de carroceiro, com 418 admissões contra 452 demissões. Bah, tchê! Parece que o vento minuano soprou gelado no mercado de trabalho da fronteira oeste.

Indústria e Comércio Baixaram a Cabeça no Entrevero

A Indústria e o Comércio foram os setores que mais sofreram nesse tiro de laço econômico. A Indústria, mais pesada que carreta atolada, viu 87 viventes perderem o emprego enquanto só 39 arrumaram colocação – um saldo negativo de 48 vagas, mais triste que gaudério sem churrasco no domingo. O Comércio não ficou muito atrás nessa corrida de rédeas curtas: contratou 133 mas demitiu 158, fechando 25 vagas no total. Foi mais difícil que domar bagual chucro! Por outro lado, a Agropecuária – essa que tem a força da campanha nas veias – manteve a tradição de pé firme e garantiu 15 vagas novas, com 86 admissões contra 71 demissões. Já o setor de Serviços, maneiro que nem cavalo de patrão, conseguiu abrir 9 vagas, contratando 127 e demitindo 115 viventes. Um respiro mais curto que intervalo de rodeio, mas ainda assim um alívio!

Rio Grande Segue Galopando Firme nas Contratações

Enquanto nossa querência alegretense viu o mês fechar mais apertado que bombacha nova, o Rio Grande do Sul segue trotando forte como cavalo crioulo em cancha reta. O estado já criou 78.452 vagas no acumulado de 2025, um crescimento de 18% em comparação com 2024 – mais impressionante que laçada de campeão. É como diz aquele ditado campeiro: ‘Quem tem boa montaria não se aperta em qualquer estrada’. O RS ficou em oitavo lugar no país, atrás apenas dos estados mais inchados que bolsa de cargueiro. Entre os setores, os Serviços comandaram o pealo, com 2.827 novas vagas, seguido pela Agropecuária, que laçou 1.197 postos. Já a Indústria foi o único setor que ficou mais encolhido que gaudério em tarde de chuvarada, com 2.095 vagas a menos.

No geral, mesmo com esse setembro mais ralo que mate em final de cuia, Alegrete ainda mantém 132 empregos formais criados em 2025 e 229 nos últimos 12 meses. É como se o emprego estivesse num gineteio brabo, caindo aqui, levantando ali. Enquanto isso, o Brasil inteiro segue com mais de 1,7 milhão de novas vagas no ano, mostrando que, apesar dos tropeços locais, o país não perdeu as esporas. Pra nós de Alegrete, fica o alerta: é hora de laçar as oportunidades com mais força e garantir que nossa economia volte a galopar com o garbo que nossa querência merece!

Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que vive de olho nas vagas de emprego ou com o compadre empresário que pode ajudar a revirar esse jogo! Afinal, notícia econômica assim tem que correr mais ligeiro que boato em roda de mate!

Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/emprego-formal-cai-em-alegrete-industria-e-comercio-lideram-saldos-negativos-aponta-caged/


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