Mas bah, um dia pra recordar!
Mas bah, vivente! O 25 de julho não é um dia qualquer na nossa querência. É uma data que celebra a fibra e o suor dos colonos e dos motoristas, um reconhecimento mais firme que palanque em banhado para aqueles que cultivam a terra e cruzam estradas levando o progresso no lombo de seus caminhões. Essa história vem de longe, desde 1924, quando esta data foi escolhida para lembrar a chegada dos primeiros imigrantes ao nosso solo, marcando o início de uma integração mais forte que mate em roda de chimarrão.
O desembarque que mudou tudo
Naquele 25 de julho de 1824, 39 corajosos imigrantes alemães chegaram ao Rio Grande do Sul no veleiro Anna Louise, sob o comando do capitão Johann Heinrich Knaack. Foi ali na Feitoria do Linho Cânhamo, o que hoje conhecemos como São Leopoldo, que começou a grande fusão cultural que forjou nosso povo. Aqueles imigrantes, fortes como potro xucro, trouxeram seus costumes e desafios, criando raízes profundas na nossa cultura e economia.
Do campo às estradas, a importância segue!
E não podemos esquecer, tchê, que o 25 de julho também é o Dia do Motorista, honrando São Cristóvão, padroeiro dos que atravessam distâncias. Hoje, caminhoneiros enfrentam desafios tão grandes como os dos colonos de antigamente, mas a valentia é a mesma. Como diz o ditado, “quem planta colhe”. Num cenário assim, tanto no campo quanto nas estradas, são esses homens e mulheres que fazem nosso Brasil seguir em frente.
O Dia do Colono e do Motorista é mais que celebração; é reconhecimento de raízes profundas e do trabalho árduo que sustenta a economia de Alegrete e muito além. A tradição, o esforço e o espírito de comunidade são o que nos unem e fortalecem. Que essa data lembre sempre o valor desses bravos viventes.
Compartilha esse causo com aquele amigo gaudério que sempre fala das nossas origens!
Fonte: https://www.alegretetudo.com.br/dia-do-colono-a-heranca-do-campo/









